segunda-feira, 16 de março de 2009

Cleópatra - Africana?!

Cleópatra 'era descendente de africanos', diz estudo

A imagem da Cleópatra branca européia está popularmente associada à atriz Elizabeth Taylor

A rainha egípcia Cleópatra era, em parte, africana, de acordo com uma equipe de pesquisadores do Instituto Arqueológico Austríaco.

A conclusão foi tirada após a identificação do esqueleto da irmã mais nova de Cleópatra, a princesa Arsinoe, encontrado em uma tumba de mais de 2 mil anos em Éfeso, na Turquia.

As evidências obtidas pelo estudo das dimensões do crânio de Arsinoe indicam que ela tem algumas características de brancos europeus, antigos egípcios e africanos negros, indicando que Cleópatra provavelmente também era de origem étnica mista. A mãe de Arsinoe seria de origem africana.

Há muito tempo os especialistas debatiam se Cleópatra era norte-africana, grega ou macedônia. Seu ancestral Ptolomeu era um general macedônio que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande.

Hilke Thuer, especialista da Academia Austríaca de Ciências que há muito tempo acreditava que a tumba era de Arsinoe, qualificou a descoberta como "sensacional".

"Ela dá novas informações sobre a família de Cleópatra e o relacionamento entre as irmãs Cleópatra e Arsinoe", afirmou.

Tumba controvertida

A tumba de Éfeso foi aberta pela primeira vez em 1926 e, até agora, havia um debate entre cientistas sobre a identidade de seu ocupante.

Mas técnicas forenses combinadas à análise antropológica e arquitetônica da tumba acabaram convencendo os especialistas de que o esqueleto encontrado pertence à irmã de Cleópatra.

O crânio foi separado do esqueleto para exame e acabou extraviado durante a 2ª Guerra Mundial. Mas a antropóloga Caroline Wilkinson reconstruiu a face baseada nas medidas tiradas na década de 20.

"Ela tem este formato alongado", disse a especialista ao jornal The Sunday Times. "Isto é uma coisa que se vê frequentemente em egípcios da Antiguidade e africanos negros. Pode sugerir uma herança ancestral mista."


Assassinato

Textos antigos achados na cidade, que pertencia ao Império Romano, indicam que Arsinoe foi enviada para lá depois de derrotada em uma luta de poder com Cleópatra e com o líder romano Júlio César.

Muitos acreditam que quando Cleópatra estava envolvida com o general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, a rainha egípcia ordenou que a irmã fosse morta para impedir uma possível futura disputa pelo trono egípcio.
Fonte: (1)

quarta-feira, 11 de março de 2009

Palavra do Dia

ESCUDERIA

Na última semana, o piloto Rubens Barrichello confirmou sua permanência na Fórmula 1 ao assinar com a mais nova escuderia dessa categoria automobilística, a 'Brawn GP', que assumiu a antiga escuderia 'Honda Racing F1'.

A palavra "escuderia" tem a sua origem no termo italiano "scuderie" e designa uma companhia proprietária de carros de competição e toda a sua estrutura de equipes de administradores, mecânicos, pilotos altamente qualificados, engenheiros etc...

escuderia
(es.cu.de./ri/.a)

substantivo feminino .

1. Aut. Companhia proprietária de carros de competição, estruturada em equipes de administradores, projetistas, técnicos, engenheiros, mecânicos e pilotos altamente qualificados para disputa de campeonatos em diversas categorias: Várias escuderias concorrem na Fórmula Um.

Fonte: (1)

Sorry

Amigos, respondendo aos inúmeros e-mails que recebi durante os últimos dias reclamando, comentando, pedindo providências à respeito do blog ter aparecido, ficado "fora do ar", realmente tenho observado esse problema e estou acompanhando para tentar descobrir o que está ocasionado este problema, inclusive tenho encontrado dificuldades para logar no Blogger e fazer novas postagens, não somente no Blog do Atuante, mas também no blog do Cakkinho e do Newstein.

Aguardem novidades e novas postagens.

Um abraço do Atuante.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Um livro, uma árvore

A cada livro, uma árvore!

Partindo do princípio de que cada livro foi, um dia, uma árvore, o Eco-Libris propõe que uma mudinha seja plantada a cada leitura. Nada mais justo! Segundo informa o site, são 30 milhões de árvores cortadas, anualmente, para produzir apenas os livros norte-americanos.

O internauta pode plantar árvores a partir de cinco livros, serviço que custa $5 e aumenta à medida que o número de publicações – que pode ultrapassar 500 – cresce também. O comprador recebe então um adesivo para cada livro, símbolo do seu envolvimento com a causa.


Caso o usuário resolva plantar árvores em nome de seus amigos letrados, o Eco-libris oferece também a opção de presentear alguém com, além dos selos, um cartão de aniversário.

Um outro serviço interessante é a parceria do site com o BookMooch. O portal permite trocas de livros gratuitas entre os cadastrados do mundo todo balizadas por um sistema de pontos, em que ganha um ponto quem doa um livro.

Nas trocas verdes, resultado da junção dessas duas propostas, funciona assim: a cada dez livros “replantados”, o comprador ganha um ponto que pode ser usado na troca por um livro do BookMooch.
Paid'égua não?!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Hipopotomonstrosesquipedaliofobia

Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas.

Se caracteriza pela aversão ou nervosismo em momentos nos quais o indivíduo deve empregar palavras longas ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial.

Esta fobia pode ser causada pelo medo de pronunciar incorretamente a palavra, já que isto representa uma possibilidade de que a pessoa fique em desvantagem, seja visto como alguém de cultura inferior ou pouco inteligente, perante seus iguais. Muitas vezes, esta fobia vem acompanhada de timidez social e medo de ser ridicularizado.

A própria palavra hipopotomonstrosesquipedaliofobia representa certa ironia, visto que, além de ser longa e estranha, indica uma fobia à palavras semelhantes. Justamente por isso, para evitar problemas, as abreviaturas equipedalofobia e sesquipedaliofobia também têm sido utilizadas.

Etimologia

Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é constituída dos seguintes elementos:
  1. Hipopoto vem do grego hippopoto, que significa grande.
  2. Monstro é a palavra latina para monstruoso.
  3. Sesquipedali é uma forma mutilada do latim sesquipedalian que significa "palavra grande" (literalmente, "um pé e meio de largura" em latim).
  4. Fobia significa "medo".

Pesquise e compare preços e lojas que vendem: Dicionários (Houaiss, Aurélio, Português/Inglês) e sobre Fobias.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Texto perdido de Arquimedes

Raio-X revela texto perdido de Arquimedes e cérebro antigo
Novos métodos permitem que cientistas estudem objetos antigos por dentro sem estragá-los.

Acadêmicos debatem se o matemático e inventor grego Arquimedes conhecia o conceito de infinito e arqueólogos podem ter encontrado um cérebro de milhões de anos, tudo graças a novas maneiras de olhar abaixo da superfície de objetos antigos.
Usando novas tecnologias de raios-X, pesquisadores estão desvendando dois antigos manuscritos de Arquimedes, que viveu na Sicília no século III a.C., disse Uwe Bergmann do Laboratório Synchrotron Radiation de Stanford.

Por volta de 1300 os textos foram raspados e cobertos para que fosse escrito um livro de orações, disse Bergmann. Mas agora os pesquisadores conseguiram discernir o texto original de "O Método" e "Stomachion", volumes que não existem em nenhum outro lugar.
Os textos revelam que Arquimedes estava muito à frente de seu tempo, usando uma forma de cálculo e procurando maneiras de somar um número infinito de vezes, disse Bergmann.

Arquimedes de Siracusa
Pintura de Domenico Fetti (1620)


O que se sabe do conceito de infinito de Arquimedes provavelmente mudará depois disso, disse ele, em um simpósio da AAAS sobre métodos para descobrir os segredos do passado.

O documento, chamado de palimpsesto de Arquimedes, veio à tona em 1997, quando um colecionador anônimo comprou em um leilão e levou para o Walters Art Museum em Baltimore para que fosse estudado. O documento foi originalmente escrito no século X, disse Bergmann, e não existe nenhuma outra cópia.

Paul Tafforeau do Laboratório Europeu Synchrotron Radiation, na França, disse no simpósio que estudos de peixes do período Devoniano, de 350 a 400 milhões de anos atrás, revelaram um antigo cérebro fossilizado.
O primeiro desse tipo, o fóssil deve ser formalmente apresentado e descrito cientificamente em algumas semanas.

Francesca Casadio do Art Institute of Chicago relatou que estudos de radiação permitiram que os pesquisadores diferenciassem três recipientes de bronze da China.
Dois deles eram arcaicos, ela disse, enquanto o terceiro era uma cópia mais recente.

O estudo determinou que a vasilha de vinho feita de bronze com estanho e um pouco de chumbo datava da mais antiga dinastia Chinesa, a Shang, que governou entre 1600 a.C. e 1050 a.C.
O segundo vasilhame de grãos era feito de cobre, estanho e chumbo e datava da dinastia Zhou, entre 1045 a.C. e 771 a.C.

No entanto o terceiro era uma liga de cobre e zinco com chumbo e estanho e foi feito no século XII d.C. no estilo dos vasos antigos.
"Ele não foi necessariamente feito para enganar, mas em apreciação aos antigos", disse.

No entanto, o teste ajuda os pesquisadores a saberem mais sobre a peça estudada sem estragar a arte. "Para um museu, é muito importante", disse.
E, acrescentou Casadio, "aprendemos como conservar o material para que dure outro 4.000 anos. Aprendemos o que era tecnologia de ponta há 4.000 anos."
Fonte: (1)

Casa em Formato de Livros

Artista italiano constrói casa em formato de livros

'Casa de livro', de Livio De Marchi, fica em Tambre d'Alpago.
Móveis da casa também parecem ter sido feitos com livros.

O artista italiano Livio De Marchi construiu uma casa com placas de madeira em formato de livros. A 'casa de livro' fica em Tambre d'Alpago, onde De Marchi cresceu.



Até a mesa e as cadeiras parecem ter sido feitas com livros.

Escrivaninha e cama também têm semelhanças com livros.

Moça com Brinco de Pérola

A Mona Lisa Holandesa

"Moça com Brinco de Pérola" é uma das mais famosas pinturas na história. Considerada a "Mona Lisa" holandesa, pouco se sabe sobre sua real inspiração. Isso porque a vida de seu criador, o holandês Johannes (ou Jan) Vermeer, é envolta em mistério.

Moça com Brinco de Pérola
O quadro - (1665-circa)
Óleo sobre tela - 46,5 x 40 cm

Sabe-se pouco da história de Vermeer: nasceu em 1632, em Delft, na Holanda, casou-se aos 20 anos com Catarina, uma jovem rica, e morreu aos 43 anos, em 1675. Das obras que realizou, 35 são conhecidas e calcula-se que cerca de 20 estejam perdidas.

Essa névoa biográfica foi suficiente para que a escritora Tracy Chevalier escrevesse o romance "Moça com Brinco de Pérola" (Bertrand Brasil, 2002), uma fantasia sobre o que levou Vermeer a realizar sua obra-prima, que se estima ter sido criada por volta de 1665. Dirigida pelo estreante Peter Webber, chega ao Brasil a versão do livro para o cinema.

A produção, uma adaptação fiel à publicação, apresenta um Vermeer (Colin Firth, de "Shakespeare Apaixonado") angustiado pelas pressões da sogra, a comerciante de suas obras. Naquela época, pintar era um trabalho artesanal realizado por encomenda.

Moça com Brinco de Pérola - O Filme

A libertação de Vermeer ocorre com o envolvimento com a nova empregada, Griet, a incrível Scarlett Johansson ("Encontros e Desencontros"), que de fato consegue ter uma grande semelhança com a modelo original.

Histórias de amor impossível são mais que clichê na cinematografia mundial, e o filme não foge a ele: mantêm uma paixão platônica, pois ele é casado, e ela, cortejada pelo filho de um açougueiro.

Entretanto, e esse é o grande mérito do filme, a reconstrução da Delft de Vermeer do século 17 faz com que o espectador consiga entrar na visualidade da obra do pintor, que retratava, de fato, mais empregados em ambientes internos do que seus mecenas.

Uma das maiores discussões sobre a obra de Vermeer é se o pintor utilizava lentes para realizar seu trabalho.
Segundo o artista inglês David Hockney, em seu livro "O Conhecimento Secreto" (Cosac & Naify, 2001), sim, Vermeer usava lentes: ele "parece encantado com os efeitos ópticos da lente e tentou recriá-las na tela".

Assim, nas suas obras, há detalhes desfocados, enquanto outros são maiores do que vistos a olho nu, o que só poderia ocorrer se o artista usasse lentes.
O diretor Webber assume como real tal proposta e mostra Vermeer com a câmara escura (precursora da fotografia), num dos momentos de sedução com Griet. No filme, é um pequeno detalhe, mas ele atesta a sofisticação visual na obra do holandês, essa sim perfeitamente transposta para a tela de cinema.

A obra tem uma estranha relação com o Brasil. "Moça com Brinco de Pérola" está exposta na Mauritshuis, em Haia, a antiga residência do conde Maurício de Nassar, o líder da invasão holandesa em Pernambuco (1636 -1644). Foi justamente nesse período que Albert Eckhout pintava telas sobre o Brasil, por encomenda de Nassau.

De volta ao filme: "Você olhou dentro de mim", afirma Griet, quando vê seu retrato acabado. "É obsceno", contesta a mulher de Vermeer.

Toda obra de arte pode gerar opiniões distintas. O filme "Moça com Brinco de Pérola" apresenta apenas uma versão. Delirante, mas fiel ao olhar misterioso da modelo.

Vinho Saudável

Médico australiano diz ter criado vinho 'mais saudável do mundo'

Nos últimos três anos, Philip Norrie, médico especialista nas propriedades terapêuticas do vinho, observou vários pacientes que morreram de doenças que, segundo ele, poderiam ser prevenidas. Depois disso, estudou e patenteou um tipo de vinho medicinal.

A fórmula consiste em adicionar doses extras de um polifenol antioxidante conhecido como resveratrol, extraído da casca da uva.
Norris adiciona, a cada litro de vinho, até 100 vezes mais resveratrol do que o normal. Segundo ele, com essa dose adicional, a ingestão do vinho "limpa" as artérias sangüineas, além de ajudar a prevenir ataques cardíacos, derrames e diabetes em 50%.

“A concentração do antioxidante é colocada dentro da garrafa de vinho antes do lacre”, explicou.

Philip Norrie
Norrie diz que o gosto e aroma da bebida não são alterados
Um médico e vinicultor australiano diz ter criado o vinho mais saudável do mundo.

O resveratrol já é conhecido por combater problemas cardíacos, como limpar depósitos de gordura nas artérias, mas geralmente é encontrado em apenas pequenas quantidades no vinho - de três a seis miligramas por litro nos vinhos tintos e apenas um miligrama nos brancos.

Gosto

Segundo o médico, aqueles que gostam de um bom vinho não conseguem perceber a diferença no gosto nem no aroma da bebida.
“Os consumidores têm apenas que continuar a sua rotina, bebendo geralmente de duas taças, para mulheres, e de três ou quatro, para os homens”.

Especialistas, entretanto, alertam que é preciso evitar beber quantidades excessivas de resvertarol.
“Ainda não foram realizados testes suficientes sobre isso, então é melhor não exagerar”, afirmou o professor Brian Morris, da Universidade de Sydney.

Norrie é um dos exemplos da tradição australiana de vinicultores-médicos, que existe há mais de 160 anos na Austrália.
Ele escreveu oito livros relacionando saúde e vinho, e atualmente escreve sobre a história do vinho na medicina nos últimos 5 mil anos.

Os vinhos medicinais de Norrie colocados no mercado são de uvas do tipo Shiraz e Chardonnay.
Fonte: (1)

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Esculturas com Armas

Estudantes criam esculturas a partir de armas no Iraque

Um projeto conjunto entre uma ONG iraquiana e a Universidade de Bagdá promove a criação de esculturas a partir de armas apreendidas no Iraque, um dos países mais perigosos do mundo.

As esculturas são feitas as partir dos metais de armas leves, como fuzis AK-47 e pistolas, e também peças de armamentos mais pesados, como lançadores de granadas e morteiros.

Graduandos da Faculdade de Artes da Universidade de Bagdá recebem o material da ONG IMCO, especializada em desativar minas terrestres e explosivos e destruir armas apreendidas pelas forças militares iraquianas e americanas.

O diretor da IMCO, Zahim Mutar, disse que o projeto começou em novembro do ano passado quando foram apreendidas cerca de 10 mil armas em cinco semanas de operações. Em média, são destruídas 800 armas por dia.

Segundo ele, há muitos projetos de destruição de armas em vários países, mas este seria o primeiro a transferir as peças para o incentivo à cultura.

“Para nós isto simboliza um novo Iraque, a transformação de meios de destruição e morte em algo que incentive a cultura e a paz”, disse Mutar.

Ele também revelou que o projeto prevê mais treinamento para os artistas, para que assim eles possam vender suas obras.

As esculturas criadas vão desde animais e veículos até ícones da história iraquiana.

“Estamos organizando para o mês de abril uma exposição com todos os trabalhos feitos pelos graduandos da universidade”, completou.

O dinheiro arrecadado, segundo Mutar, será revertido para orfanatos e para o tratamento de crianças feridas por bombas ou minas terrestres.

Fish, escultura de Ali Hamed, feita a partir das armas sucateadas

Armas

A IMCO foi fundada no final de 2003, após a invasão do Iraque por forças lideradas pelos Estados Unidos.

O Departamento de Estado americano envia fundos para a ONG, mas, de acordo com Mutar, a entidade opera com independência e todos seus funcionários são iraquianos.

“Nossa missão é apenas limpar o país de minas terrestres e outros explosivos, além de destruir os armamentos apreendidos pelos governos iraquiano e americano”, explicou Mutar.

Ele disse que o projeto de transformar as sobras de armamento em arte surgiu a partir da necessidade de reeducar as pessoas para os perigos da guerra que aflige o país.

As armas chegam ao depósito da IMCO na “zona verde”, uma área em Bagdá de alta segurança e onde ficam vários prédios do governo iraquiano.

No prédio da entidade, há uma máquina hidráulica que corta as armas para que sejam enviadas às oficinas de arte da universidade.

“Algumas destas esculturas fazem parte da própria decoração da sede da IMCO em Bagdá”, enfatizou Mutar.
Fonte: (1)