Projeto Agatha Christieimage (2,44% concluído)
O Inimigo Secreto – Agatha Christie - Dois jovens amigos, Thomas Beresford e Prudence Cowley — ou simplesmente Tommy e Tuppence sem muito que fazer no pós-guerra e para arrumar dinheiro e o que fazer resolvem criar uma empresa de investigação – Jovens Aventureiros Ltda. , por sorte ou coincidência, logo após a criação da sociedade, assumem numa investigação para apurar o desaparecimento de uma jovem americana que está em posse de documentos e que seu conteúdo vir a público causaria comprometer o governo inglês. A mesma busca está sendo empreendida por um homem misterioso e perigoso de codinome Sr. Brown que também quer a qualquer custo tomar posse dos documentos.

A narrativa é eletrizante do começo ao fim, cheio de surpresas e perigos, confesso que neste livro consegui descobrir quem era realmente “O Inimigo Secreto”, por pouco, Agatha quase conseguiu me ludibriar.

Detetives encarregados do caso: Tommy e Tuppence.

Minha avaliação deste livro é 8,0 – muito bom.


Essa leitura faz parte do Projeto Agatha Christie, idealizado pela Tábata do Blog Happy Batatinha.

Veja o livro e o meu perfil no Skoob.

Capas do Livro:

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Postado por Newstein segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 2 comentários

CAIM – José Saramago

image Ao estilo José Saramago, a leitura, para quem não está habituado, de início, mostra-se um pouco chata e confusa, uma vez que não utiliza dos sinais gráficos de parágrafos, de diálogos, o que acaba promovendo certo desentendimento, devendo eu, inclusive ter que reler parágrafos para poder entender os diálogos, a narração, etc.

O escritor português, Nobel de literatura e em seu novo livro utiliza do personagem de Caim para expor a todos que na bíblia existe também um deus cruel, vingador, impiedoso.
Saramago utiliza da literatura, que não tem censura, para durante as andanças de Caim, mostrar quão deus é rancoroso, como deparar com a exterminação em Sodoma e Gomorra, onde deus não perdoa nem as crianças inocentes, também na provação de Abraão, fazer “aposta” com o diabo e punir pessoas boas, como foi o caso de Jó, que mesmo na pior das provações, não traiu seu deus, mostrando aí quanto ignorantes são os homens a ponto de se sacrificar por algo que existe somente na mente das pessoas – deus.

Nas palavras de Saramago, “À Bíblia eu chamaria antes um manual de maus costumes. Não conheço nenhum outro livro em que se mate tanto, em que a crueldade seja norma de comportamento e ato quase natural."

Durante as aventuras, se assim podemos nomear, de Caim se faz algumas perguntas como, por exemplo, como todos os animais do planeta foram representados na arca de Noé? Essa e outras perguntas formuladas por Saramago e também outras que nos ocorre durante a leitura. Cheguei a me perguntar: Como não tinha pensado nisto antes? Como não fiz essa pergunta antes?

O desfecho do livro é genial, pois Caim dá cabo ao propósito de deus que após o dilúvio, repovoar a terra, mostrando assim aos leitores que esse deus que muitos temem, veneram, idolatram, também é um deus falho, passível de revés, como foi derrotado por Caim.

Classifiquei esse livro com nota 6,0 - Bom – mas recomendo com ressalvas, justamente pelo estilo de narrativa, onde partes se mostram muito confusa e de difícil entendimento.

 

Postado por Newstein segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010 1 comentários

Prateleira em MDF, instalada em dois suportes metálicos exibindo livros de diversos tamanhos.

A forma que a prateleira tomou sob o peso de seu conteúdo exibe um gracioso arco, as bordas superiores de todos os livros estão perfeitamente nivelado como resultado de uma escolha consciente dos volumes escolhidos para acomodar (ou compensar) o arco da prateleira. Achei aqui!

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Postado por Newstein quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 0 comentários

A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón

image Comecei a ler com um pouco de receio, talvez por não ser de um autor conhecido, mas como sou fã de Best-seller, essa leitura não poderia ficar de fora.

Tudo começa quando o pai de Daniel, um livreiro, o leva para visitar o Cemitério de Livros Esquecidos, um lugar sombrio e secreto no centro da cidade de Barcelona, lar de livros esquecidos, aguardando que alguém os descubra, foi aí que Daniel se depara com um exemplar do A Sombra do Vento de um escritor também espanhol – Julián Carax.

Daniel devora o livro e fica fascinado, parti então à busca de outros títulos do autor e descobre que tem alguém que está tentando dar cabo em todos os livros de Julián Carax e que o exemplar que Daniel possui pode ser o último existente. Diante disso inicia uma busca, coletando informações sobre a vida e a obra do autor que tanto lhe fascina. A estória é narrada num ritmo eletrizante, você quer ler mais e mais e mais...

Durante as investigações, Daniel se depara com um mendigo que o acode numa hora de infortúnio, este mais tarde acaba sendo chamado por Daniel para trabalhar com ele na livraria de seu pai e se junta na empreitada da investigação; Este atende pela alcunha de Fermín Romero de Torres, é uma figura enigmática, sua vida é cheia de mistérios e dono de uma lábia que até Daniel às vezes o invejava ou desejava ter para se safar das enrascadas, confesso que o personagem de me fez gargalhar várias vezes.

Com o desenrolar da estória, a investigação leva Daniel a crer que o mistério de Julián está relacionado de alguma forma com uma história de amor, logo no início do século, entre Julían e uma jovem filha de um rico morador de Barcelona, a investigação segue em frente e em certos momentos, me pareceu como se fosse uma das estórias de Agatha Christie, pois eu ficava arriscando uns palpites: “Ah! fulano que está queimando os livros”, “Esse já morreu, não pode ser”, “Ah, já sei agora...” O que sei agora, é que minhas suposições não estavam corretas, com a exceção de uma, que não vou falar, caso contrário, iria acabar com sua leitura. O livro tem um final surpreendente, maravilhoso, uma narrativa de amor e sentimentos.

Li, com certeza irei reler daqui uns tempos e recomendo, pois será um tempo muito bem empregado nessa leitura.

 

 

Postado por Newstein segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 3 comentários

Projeto Agatha Christie

image O MISTERIOSO CASO DE STYLES - O primeiro livro escrito pela Rainha do Crime, como ficou sendo conhecida mais tarde. Foi neste livro que Agatha Christie apresentou ao mundo o que seria um dos grandes detetives de suas narrativas, Hercule Poirot, belga, baixinho, cultivador de um bigode fino e possuidor de células cinzentas excepcionais para desvendar os mais profundos mistérios policiais.

A estória do O Misterioso Caso de Styles é em torno do assassinato ou não de uma senhora rica moradora da Mansão Styles localizada na aldeia de Styles St. Mary, rodeada de parentes e serviçais. Durante a noite, algo chama atenção dos moradores da mansão onde se deparam com a Sra. Cavendish lutando contra a morte e vocaliza suas últimas palavras, o nome de seu último marido. Começa então a investigação para apurar os fatos. Seria uma morte natural ou um assassinato? Bem, quem nos vai dizer e responder essa pergunta e apontar o(s) responsável (eis) é nosso querido detetive, que por sinal tem um final surpreendente no sentido da elaboração e apresentação dos fatos com minúcias ocorridas, apresentando o veredicto final.

Logo no início da leitura acabei criando certo receio, pois os personagens ora eram apresentados pelo nome, ora pelo sobrenome, o que promoveu certa confusão na identificação dos mesmos, isso persiste ao longo da obra. Outro ponto que acredito ser relevante pontuar é que o detetive, diferente em outros livros da autora, quase não fornece pistas, o que torna meio chato a leitura (o bacana os livros da Agatha é justamente essa facilidade que ela tinha de nos “enrolar” e nos levar acreditar que o assassino seria esse ou aquele), mas esse fato pode ser perdoado, uma vez que esse livro, o primeiro, foi escrito em função de um desafio proposto por sua irmã: elaborar uma trama em que não fosse possível identificar o criminoso até os últimos instantes, o que realmente podemos comprovar nesse livro, Agatha venceu o desafio.

Essa leitura faz parte do Projeto Agatha Christie, idealizado pela Tábata do Blog Happy Batatinha.

Veja o livro e o meu perfil no Skoob.

Capas do livro

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Postado por Newstein sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 10 comentários

Biblioteca Trinity College (Irlanda) – Visite aqui!

 

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A história da Biblioteca remonta à criação da faculdade em 1592 e é a maior biblioteca na Irlanda.
Hoje ele tem 5 milhões de volumes impressos, com extensas coleções de periódicos, manuscritos, mapas e música reflete mais de 400 anos de desenvolvimento acadêmico.

O mais famoso dos seus manuscritos, o Livro de Kells e o Livro de Durrow, foram apresentadas por Henry Jones, Bispo de Meath e ex-vice-reitor da Universidade, na década de 1660.

 

imageA biblioteca apoia a aprendizagem e as necessidades de investigação em todas as disciplinas da faculdade, é uma grande biblioteca de pesquisa de renome internacional, que fornece serviços a uma ampla gama de usuários e instituições externas, que contribui para o desenvolvimento de iniciativas criativas na prestação de informações e suas exposições de manuscritos e outros tesouros, atrai centenas de milhares de visitantes para visitar a antiga biblioteca de cada ano.

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Postado por Newstein quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 4 comentários

É uma estante? É uma cortina? Um separador de Ambientes? Muito Bem, pode ser tudo isso e o que mais você imaginar. Gostei da ideia, mas não é isso que procuro para o meu apto. Encontrei aqui.

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Postado por Newstein 2 comentários

Seria uma estante escada ou um escada estante? Ou ainda, um estante com escada ou uma escada com estante? Complicou?! Veja que maravilha de idéia:

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Postado por Newstein quarta-feira, 20 de janeiro de 2010 2 comentários

A Guerra Suja (The Dark Arena) de Mário Puzo é o primeiro livro do autor que mais tarde ganhou fama mundo afora com a publicação de livros que tratavam sobre a Máfia, temos entre eles, o mais conhecido: O Poderoso Chefão que foi adaptado para o cinema e que na minha opinião, um dos melhores filmes produzidos até hoje. Bem, mas não é de do O Poderoso Chefão que vamos falar.

image O livro – A Guerra Suja, não é lá essas coisas para quem está acostumado com outros livros dele (Mario Puzo), mas pode-se observar desde esse primeiro livro que o assunto jogatina, personagens alheios à sociedade e metidos em atividades escusas predominam o foco da narrativa. Esse livro não fala propriamente da 2ª Guerra Mundial, mas do pós-guerra, onde a Alemanha já sob os domínios de ocupação do governo norte-americano.


O personagem principal Walter Mosca, soldado norte-americano que após o fim da guerra e depois de ter visitado sua família, decide retornar à Alemanha devastada e dominada pelos escombros e pelo mercado negro para reencontrar um garota alemã onde tinha tido um caso durante o período de guerra, o que não é nenhuma exceção, onde praticamente todos os soldados mantinham uma vida promíscua com as garotas alemães e que só conseguiam se casar com autorização do governo americano.


As regalias deste período eram adquiridas por quem era do exército e a moeda de troca eram cigarros. Remédios, coca-cola, chocolate, eram as mercadorias que eram almejadas por todos, mas os alemães à duras penas ficavam excluídos do acesso, pagando inclusive com sua vida.

O desencadear da estória não poderia ter sido melhor, para quem gosta de acontecimentos previssíveis, este livro vem de contra-mão, a narrativa é do tipo de estórias da vida real, onde os fatos não podem ser alterados para criar um final feliz e serve para termos ideia de que a 2ª grande guerra não destruiu somente vidas e sonhos dos grandes perseguidos, mas também dos que de forma indireta se viram atingidos por ela.

Minha avaliação é de nota 7,0 – bom, pois a narrativa em sí é construída de forma desconexa.

Postado por Newstein domingo, 17 de janeiro de 2010 3 comentários

É uma estante de livros? Pode ser, mas não é! É um belo gadget, um bloco com 18 espaços diferentes para armazenar os seus livros dentro Destina-se a colocar ao lado de sua cadeira de leitura favorita. O Tree é feita em MDF branco e você pode escolher uma cor adicional.Clique aqui para saber mais.

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Postado por Newstein terça-feira, 12 de janeiro de 2010 3 comentários

Parabéns Belém pelos seus 394 anos! Estamos à espera de alguma melhora, mas de política não falamos neste blog, então vamos sonhar e fazer nossa parte para termos uma Belém um pouco melhor!

DSC01477 A foto é do blog.

Mosaico de Ravena

Belém, Pará, Brasil

Composição: Edmar Rocha

Vão destruir o ver o peso e construir um shopoping center
Vao derrubar o Palacete Pinho pra fazer um condomínio
Coitada da Cidade Velha que foi vendida pra Hollywood
Pra ser usada como um albergue num novo filme do Spielberg

Quem quiser venha ver
Mas so um de cada vez
Não queremos nossos jacarés
Tropeçando em vocês

A culpa é da mentalidade
Criada sobre a região
Por que que tanta gente teme ?
Norte não é com "M"
Nossos índios não comem ninguém
Agora é so hamburger
Por que ninguém nos leva a sério ?
Só o nosso minério ?

Quem quiser venha ver
Mas so um de cada vez
Não queremos nossos jacarés
Tropeçando em vocês

Aqui agente toma guaraná quando não tem coca-cola
Chega das coisas da terra que o que é bom vem lá de fora
Transformados até a alma sem cultura e opinião
O Nortista só queria fazer parte da nação
Ah, chega de malfeituras
Ah, chega de triste rima
Devolvam a nossa cultura
Queremos o Norte lá em cima
Porque, onde já se viu ?
Isso é Belém
Isso é Pará
Isso é Brasil

Postado por Newstein 1 comentários

Artista dinamarquês faz esculturas a partir de folhas de papel A4

O artista dinamarquês Peter Callesen se especializou em fazer obras de arte a partir de folhas de papel A4, transformando-as em intrincados objetos tridimensionais acompanhados de ‘sombras’ planas.

Callesen cria suas obras usando somente papel, um estilete e cola. O papel cortado é dobrado e colado para formar objetos que vão desde formas humanas e animais a construções.

O artista de 42 anos observa que as folhas de papel A4 são “provavelmente o meio mais comum e consumido para passar informações hoje”, mas que sua materialidade é raramente notada.

Para ele, suas obras preenchem um objeto neutro com diferentes significados, e o papel dá às esculturas “uma fragilidade que reforça o tema trágico e romântico” de seu trabalho.

O desenvolvimento de cada escultura pode levar até duas semanas. Depois de prontas, as obras de Callesen criadas a partir do papel são vendidas a preços que chegam a cerca de R$ 7.500.

Trabalhos de Callesen estão atualmente em exposição nos museus Trapholt e Kunstmuseet Køge Skitsesamling, na Dinamarca, e no museu Bellerive, em Zurique, na Suíça.

 

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Com trabalhos expostos atualmente nos museus Trapholt e Kunstmuseet Køge Skitsesamling, na Dinamarca, o artista dinamarquês Peter Callesen se especializou em fazer obras de arte a partir de folhas de papel A4. Ele as transforma em intrincados objetos tridimensionais acompanhados de ‘sombras’ planas. (Acima, a obra Ressurection, 2008)

 

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Callesen cria suas obras usando somente papel, um estilete e cola. O papel cortado é dobrado e colado para formar objetos que vão desde formas humanas e animais a construções. (Distant Wish, 2006)

 

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O artista de 42 anos observa que as folhas de papel A4 são “provavelmente o meio mais comum e consumido para passar informações hoje”, mas que sua materialidade é raramente notada. (Impenetrable Castle, 2005)

 

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Para ele, suas obras preenchem um objeto neutro com diferentes significados, e o papel dá às esculturas “uma fragilidade que reforça o tema trágico e romântico” de seu trabalho. (Half Way Through, 2006)

 

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O desenvolvimento de cada escultura pode levar até duas semanas. Depois de prontas, as obras de Callesen criadas a partir do papel são vendidas a preços que chegam a cerca de R$ 7.500. (White Hand, 2007)

 

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Trabalhos de Callesen também estão expostos no museu Bellerive, em Zurique, na Suíça. As obras dele também podem ser vistas no site www.petercallesen.com. (On The Other Side, 2006)

Postado por Newstein 4 comentários

Origami para novatos. A forma vem de uma chapa plana que foi dobrada de forma simples. Bonita, mas não muito funcional, é um boa opção para separar ambientes. Encontrei aqui.

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Postado por Newstein segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 5 comentários

A biblioteca de Kortrijk na Bélgica promoveu um concurso de fotografia, as pessoas foram convidadas a tirar fotos de bibliotecas na Bélgica e fora do país. O concurso já terminou e os vencedores foram anunciados. Uma participante foi para a Polónia e tirou uma foto em um restaurante em Cracóvia. Nomeou a foto “Eat first, read later”. Esta é a foto:

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Você pode reconhecer o trabalho de pintura na parede. A pintura original foi feito pelo pintor alemão Carl Spitzweg (1808-1885), chamado The Bookworm. Spitzweg fez a pintura em 1850 e tornou-se bastante famoso. (Clique aqui para saber mais sobre esse artista.) A seguir é a obra de arte que foi usada como inspiração:

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Adorei o que o restaurateur fez na parede do restaurante e com o jeito que fizeram a sua própria interpretação culinária desta famosa pintura. Certamente proporciona aos amantes de livros uma bela vista, enquanto desfruta o jantar.

Postado por Newstein domingo, 10 de janeiro de 2010 5 comentários

Estou estreando essa nova categoria, a estante do dia (bookshelf), quero aproveitar algumas ideias pois estou querendo, na verdade, precisando muito de um estante nova para guardar os meus livros!

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Postado por Newstein sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 3 comentários

Isso é realmente dar vida ao livro.


Muito criativo, deve ter dado um trabalhão!

Postado por Newstein 0 comentários

Será a menor livraria do mundo???

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Essa foi uma ideia inusitada dos moradores de Krimmensen na Alemanha, utilizar uma velha cabine telefônica para vender seus livros de segunda mão. Encontrei aqui.

Postado por Newstein 3 comentários

A ideia é providencial, uma vez que, acredito eu, a grande maioria de leitores usem o quarto, especificamente a cama para fazer as leituras diárias, sendo assim, um abajur com um “gancho” ou melhor, um cabide para livros é genial.

Analisando melhor, tenho a impressão que poderá estragar os livros, prefiro não arriscar, o que acham?!

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Ah, esqueci de mencionar, funciona também com um marcador.

Postado por Newstein quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 2 comentários

Não sei não! Não tenho coragem para tanto, mas achei interessante e criativa, muito criativa mesmo. Muitos declaram seu amor pelos filhos pela amada(o), mas esse declarou seu amor pelos livros.

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Postado por Newstein quarta-feira, 6 de janeiro de 2010 3 comentários

Apresento para vocês o Projeto Agatha Christie do blog da Tábata, aproveite o início do ano e faça sua adesão também.

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A ideia é muito simples: ler todos os livros da Agatha Christie em ordem cronológica. Não há uma data limite para término do projeto até porque você vai querer fazer outras leituras fora desta lista!

Os livros com os seus respectivos anos e títulos estão listados abaixo. O ano refere-se ao ano de lançamento da versão original, não da brasileira. Também não significa necessariamente o ano em que o livro foi escrito.

A idéia é escrever uma resenha ao final de cada livro. De qualquer forma, haverá uma classificação Numérica de 1 a 10.

Assim que eu terminar a leitura de um livro, posto a resenha e a classificação (pessoal, é claro!)

A ideia é muito original e como eu já venho adquirindo livros da Agatha, mas de forma aleatória, vou fazer agora de forma cronológica e completar minnha coleção!

Veja a lista:
Progresso: 2,44% concluído

Status

Ano

Título

Avaliação

Lido

1920

O Misterioso Caso de Styles

7,0 Resenha
Lido

1922

O Inimigo Secreto

8,0 Resenha
Lendo

1923

Assassinato no Campo de Golfe



1924

Poirot Investiga



1924

O Homem do Terno Marrom



1925

O Segredo de Chimneys



1926

O Assassinato de Roger Ackroyd



1927

Os Quatro Grandes



1928

O Mistério do Trem Azul



1929

O Mistério dos Sete Relógios



1929

Sócios no Crime



1930

O Misterioso Sr. Quin



1930

Assassinato na Casa do Pastor



1931

O Mistério de Sittaford



1931

A Morte do Almirante



1932

A Casa do Penhasco



1932

Os Treze Problemas



1933

Treze à Mesa



1934

Assassinato no Expresso do Oriente



1934

Por que Não Pediram à Evans?



1934

O Detetive Parker Pyne



1934

Tragédia em Três Atos



1935

Morte nas Nuvens



1936

Os Crimes ABC



1936

Morte na Mesopotâmia



1936

Cartas na Mesa



1937

Assassinato no Beco



1937

Poirot Perde uma Cliente



1937

Morte no Nilo



1938

Encontro com a Morte



1938

O Natal de Poirot



1939

É Fácil Matar



1939

O Caso dos Dez Negrinhos



1940

Cipreste Triste



1940

Uma Dose Mortal



1941

Morte na Praia



1941

M ou N?



1942

Um Copo na Biblioteca



1942

Os Cinco Porquinhos



1942

A Mão Misteriosa



1944

Hora Zero



1944

E no Final a Morte



1945

Um Brinde de Cianureto



1946

A Mansão Hollow



1947

Os Trabalhos de Hércules



1948

Seguindo a Correnteza



1948

Testemunha de Acusação



1949

A Casa Torta



1950

Os Três Ratos Cegos e Outras Histórias



1950

Convite para um Homicídio



1951

Aventura em Bagdá



1951

A Morte da Sra. McGinty



1952

Um Passe de Mágica



1953

Depois do Funeral



1953

Cem Gramas de Centeio



1954

Um Destino Ignorado



1954

Morte na Rua Hickory



1956

A Extravagância do Morto



1957

A Testemunha Ocular do Crime



1958

Punição para a Inocência



1959

Um Gato Entre os Pombos



1960

A Aventura do Pudim de Natal



1961

O Cavalo Amarelo



1962

A Maldição do Espelho



1963

Os Relógios



1964

Mistério no Caribe



1965

O Caso do Hotel Bertram



1966

A Terceira Moça



1967

Noite Sem Fim



1968

Um Pressentimento Funesto



1969

A Noite das Bruxas



1970

Passageiro para Frankfurt



1971

A Mina de Ouro



1971

Nêmesis



1972

Os Elefantes Não Esquecem



1973

Portal do Destino



1974

Os Primeiros Casos de Poirot



1975

Cai o Pano



1976

Um Crime Adormecido



1983

Um Furo Jornalístico/O Cadáver Atrás do Biombo



2008

A Teia da Aranha



2008

Poirot Sempre Espera e Outras Histórias


Atualização em: 22/01/10 - 10:36

Avaliação:

10 - Obra-​prima
9 - Exce­lente
8 - Muito bom
7 - Bom
6 - Bom, mas reco­men­dado com ressalvas
5 - Razoá­vel
4 - Ruim, mas com alguns méri­tos
3 - Ruim
2 - Muito ruim
1 - Hor­rí­vel
0 - Não terminado

Outros blogs/blogueiros que aderiram a ideia:

A Elis do blog A Magia Real
A Nanda do blog Todos os Livros do Mundo
A Vivi do blog Romance Gracinha
A Wirna do blog Militância da Civilização
A Mariani do blog Mundinho Aberto
A Mi do blog Bibliophile
A Laura do blog Laurices
A Kezia do blog Arte, Cultura, Lazer
A Juliana do blog Historinhas Açucaradas

Postado por Newstein 3 comentários

Caros colegas, estou terminando de ler o novo livro de Dan Brown, um livro eletrizante que prende você do começo ao fim (como nos anteriores). Estou preparando uma lista de palavras novas, lugares, pessoas, fatos e curiosidades que foram apresentas no livro e publicarei aqui no blog, assim que puder.

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Aproveitando o assunto, O Fantástico do dia 3 de janeiro apresentou uma reportagem sobre O Símbolo Perdido, com entrevista exclusiva de Dan Brown. Não perca as imagens registradas nos locais onde se passa parte da trama do livro.
Qquero deixar registrado que não assisto ao fantás…ught, nem a Glob…iéca, mas garimpei o vídeo na net, segue para vcs!

Lista de Links

Postado por Newstein 2 comentários

Caros amigos, que 2010 nos traga muita saúde e paz.

Um grande abraço do Atuante/Newstein!

Postado por Newstein quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 2 comentários

E-books são frios e desalmados
 

Este comercial em stop-motion para o Conselho de Leitura da Nova Zelândia me faz sentir orgulho de não ter comprado um Kindle ou um Nook, e me faz querer abrir um livro agora e aqui mesmo.

Sou bibliófilo de carteirinha, nada pode substituir o prazer da leitura de um bom livro, num livro tradicional, adoro tecnologia mas leitores de e-books fogem de minha adoração, o que quero mesmo são livros de papel.

P.S.: Nossa biblioteca (do Jairo e da Caroline) aumenta a cada dia, vamos ter que instalar novas prateleiras para nossos livros repousarem

Postado por Newstein sexta-feira, 27 de novembro de 2009 3 comentários

A indústria cinematográfica gasta milhões de dólares com um filme cheio de efeitos especiais. Só que, aí, um louco por cinema descobre uma tatuagem na perna de um dinossauro em "Jurassic Park" e um cilindro de gás atrás de uma biga em "Gladiador". É verdade! O livro "Falha Nossa - As Maiores Gafes do Cinema", da Panda Books, revela 3.612 erros em mais de 100 filmes famosos. Pegue um saco de pipoca e prepare-se para se divertir com essas gafes de filmes campeões de bilheteria descobertas pelo "caça-mancadas" Cesar Kos, autor do livro.

Você não poderia imaginar que um distintivo no filme O Troco de final 6 pudesse incriminar um policial quando lhe é mostrado um com o final 7. E que tal um rolo de toalha de papel no filme Eclipse Total que diminui pela metade entre um corte e outro. Ou ainda, que um bolso pudesse mudar de lado numa camisa no filme Homem Aranha. E que tal três erros numa mesma cena do filme De Volta para o Futuro. Ou o operador de som escondido atrás de uma escada de um ônibus no filme Velocidade Máxima. Que tal duas pistolas sumindo no filme Matrix e depois aparecendo novamente. E o operador de Câmera aparecendo no reflexo de uma porta no filme Titanic
Sem falar nas outras grandes produções como Senhor dos Anéis, Harry Potter e tantas outras.

Pois é, tudo isso por incrível que pareça aconteceu nos maiores filmes feitos no mundo. Até mesmo os estúdios brasileiros não ficaram para trás. Em O Auto da Compadecida uma mão que não é de Chicó, não é da mulher do padeiro, não é do padeiro, não é do Bispo, não é do Padre, não é de Jesus nem é do Diabo. Uma mão que é de um membro da equipe, e que pode ser vista claramente segurando uma portinhola. No filme O Xangô de Baker Street um cigarro que muda de mão entre um corte e outro. Podemos ver também a equipe de filmagem nas cenas dos filmes dos Trapalhões e da Xuxa. Mas o melhor mesmo é o câmera, seu equipamento, tudo visto no reflexo de uma vitrine de uma loja no filme O Bicho de Sete Cabeças.

Antigamente os erros aconteciam por falta de equipamento sofisticado, edição não tão requintada. Mas depois da chegada dos efeitos especiais, e da verba milionária para os filmes, as tomadas puderam ser feitas várias vezes, e os filmes com qualidade digital chegaram em todas as casas onde cada um agora virou um caça-mancadas. Assim a probabilidade de erro aumentou, e a quantidade também, e os diretores nem se preocuparam com isto, o que nos deu um prato cheio.

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Site Falha Nossa (http://www.falhanossa.com.br/);

Postado por Newstein 2 comentários

Fotógrafo usa alimentos para recriar símbolos de Londres

image Carl Warner usou 26 frutas, legumes e verduras no projeto London Skyline

O fotógrafo britânico Carl Warner, famoso por compor cenários feitos apenas com alimentos, revelou sua mais nova obra: uma versão comestível dos maiores símbolos de Londres.

Warner usou 26 frutas, legumes e verduras para recriar locais icônicos da capital britânica, como a Torre de Londres, a catedral de Saint Paul, o Big Ben e a roda gigante London Eye.

A imagem foi encomendada pelo canal de TV britânico Good Food para divulgar o lema “a gente se diverte com comida”.

Durante três semanas, Warner contou com a ajuda de cinco profissionais que o ajudaram a construir a grande maquete feita de comida.

O maior desafio da equipe foi manter a aparência dos alimentos para que parecessem frescos na foto final. Outro dilema foi escolher a fruta, o legume ou a verdura correta para traduzir a grandeza dos principais símbolos da cidade.

Na foto, os relógios do Big Ben foram substituídos por rodelas de limão, uma melancia ganhou a forma da cúpula da catedral de Saint Paul e os pilares da Torre de Londres foram montados com baguetes.

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No início do ano passado, Warner criou as chamadas "foodscapes" (união das palavras food - alimentos - e landscape - paisagem) mostrando cavernas submarinas, florestas, praias ao pôr do sol e até cachoeiras feitas de frutas, legumes, queijos, frios e massas, entre outros.

Um dos obejtivos de seus projetos é promover uma alimentação mais saudável entre as crianças.

Visite o site do fotógrafo: Carl Warner.

Quem quiser adquirir suas obras elas podem ser encontradas à venda neste site LensWall.

Postado por Newstein 1 comentários

O artista ucraniano Mark Khaisman, de 51 anos, descobriu como unir seu trabalho à sua paixão pelo cinema: ele recria cenas de seus filmes favoritos usando apenas fita adesiva.

Sobrepondo pedaços do material, e depois aplicando-os sobre um painel iluminado, ele recria os efeitos de luz e sombra de cada cena.

Khaisman, que é radicado na Filadélfia, nos Estados Unidos, chega a usar até cem metros de fita e passa em média uma semana para realizar cada quadro.

Clássicos do cinema noir (como O Anjo Mau) e filmes de suspense (Os 39 Degraus, de Alfred Hitchcock)são seus favoritos, mas ele também faz retratos de pessoas e objetos com o mesmo material.

Cada obra sua é vendida por até US$ 10 mil.
 imageO artista Mark Khaisman descobriu a paixão por criar cenas de seus filmes favoritos usando apenas fita adesiva. Aqui a atriz Lauren Bacall em 'Prisioneiro do Passado' (1947)

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A técnica de Khaisman consiste em sobrepor as fitas adesivas para criar os efeitos de luz e sombra, e depois aplicar a imagem sobre um grande painel iluminado. Para as partes mais escuras, são necessárias até dez camadas de material.

image O artista ucraniano, radicado nos EUA, chega a usar até cem metros de fita para cada quadro, em cerca de uma semana de trabalho. Aqui, ele reproduz cena do filme 'Anjo do Mal' (1953).

imageClássicos do suspense são os favoritos de Khaisman, especialmente os de Alfred Hitchcock. Aqui, cena de 'Os 39 Degraus' (1935), o primeiro sucesso internacional do cineasta.

image Khaisman conta que em vez de fazer um rascunho da imagem a ser criada, ele trabalha diretamente com a fita adesiva sobre o quadro de luz. 'Faço uma ampliação da foto de uma cena e copio a imagem dali', diz.

image Khaisman também usa a fita adesiva para realizar retratos de objetos e pessoas. Seus quadros chegam a ser vendidos por US$ 10 mil.

Fonte: (1)

Postado por Newstein quinta-feira, 26 de novembro de 2009 1 comentários

Barista pinta o sete com obras de arte feitas de café

image Na obra mais famosa do mundo, Mona Lisa toma uma xícara para dar uma animada

image O Pensador, de Rodin, saca um expresso duplo porque ninguém é de ferro

image Na criação de Adão, a obra de Michelangelo na Capela Sistina, no Vaticano, Deus serve um expresso para Seu filho

image Até Van Gogh entrou numa cafeteria, que ele ouviu, de orelha, ser muito boa

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Ao final da Última Ceia, Jesus serve cafezinho aos apóstolos - cafezinho-gourmet, claro!

Postado por Newstein segunda-feira, 23 de novembro de 2009 3 comentários

Dupla irá produzir série de TV baseada no livro Under the Dome, lançamento recente do autor

Stephen King e Steven Spielberg irão trabalhar juntos. A dupla vai desenvolver uma série de TV baseada no elogiado Under the Dome, livro lançado por King este ano. A informação é do site da revista Variety.

Spielberg, King e Stacey Snider, da DreamWorks, atuarão na produção executiva do programa. Agora, os executivos da companhia procuram um roteirista.

Under the Dome, ainda sem versão em português, conta a história de uma pequena cidade turística nos Estados Unidos que, inesperadamente, é envolvida por um campo de força invisível. Presos sob o campo, os habitantes da cidade formam facções e entram em guerra.

image image Steven Spielberg e Stephen King irão produzir série de TV

Esta não será a primeira parceria de Spielberg e King. Os dois trabalharam juntos na adaptação do livro O Talismã (1984), outra obra de King, para as telas. O trabalho acabou não saindo do papel.

Postado por Newstein 4 comentários

Um artista francês utiliza bonecos de plástico em miniatura para reproduzir cenas da vida cotidiana.

O fotógrafo e designer gráfico Vincent Bousserez diz que começou a tirar as fotos da série Plastic Life (ou "vida plástica", em tradução livre) depois de se encantar com uma loja de miniaturas que começou a frequentar levado por um amigo.

"Essas fotos em close eliminam a distância entre o olho do espectador e a cena que ele descobre", descreveu Bousserez à BBC Brasil.

"Ele entra em um mundo estranhamente similar ao dele e diferente ao mesmo tempo. Cada foto se torna um roteiro poético e bem-humorado que pode ser interpretado como a denúncia dos vícios de nosso tempo."

Ele diz que a ideias das fotos vêm espontaneamente. "Na maioria das vezes, eu compro esses bonequinhos sem pensar em uma cena. Eu simplesmente os carrego comigo. E quando estou em algum lugar e vejo algo, a inspiração vem naturalmente", conta.

Ao criar, o artista se compara com "uma criança". "Eu interrompo a conversa, apanho esta ou aquela mobília que descobri, pego os bonecos e componho minha natureza morta. Adapto a luz e então tiro as fotos", afirma.

"É espontâneo, natural, baseado no humor. Não quero pensar muito e elaborar algo muito profundo. Prefiro deixar minha imaginação fluir, e quando uma cena humorística me vem à mente, eu não hesito, não espero, organizo minhas coisas e a torno real!"

Desde que começou a ser publicada em 2008, Plastic Life foi exibida em diversas revistas e jornais franceses, e em galerias em Paris e Geneva – incluindo a Bailly Contemporain e Charly Bailly, que representam o artista. Bousserez diz que está agora à procura de editoras dispostas a transformar a obra em livro.

Hoje diretor de uma agência de propaganda, o parisiense nascido em 1973 diz que "fotografia e design gráfico pessoal têm um grande espaço na minha vida: toda noite, todo dia antes de ir para o trabalho, e aos fins de semanas” e que "às vezes, se não tivesse de dormir, usaria as noites para criar mais".

"Mas agora não posso continuar mais, pois há cinco meses sou pai e quero dedicar mais tempo à minha filha Lucie e minha noiva, Bénédicte."

O trabalho de Bousserez pode ser visto no Flickr do artista

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O artista francês Vincent Bousserez utiliza bonecos de plástico em miniatura para reproduzir cenas da vida cotidiana. O fotógrafo e designer gráfico diz que teve a ideia de 'Plastic Life' ('Vida Plástica', em tradução livre) depois de se encantar com uma loja de miniaturas.

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Tiradas em 'close', as fotos 'eliminam a distância entre o olho do espectador e a cena que ele descobre', descreve o artista. 'Ele entra em um mundo estranhamente similar ao dele e diferente ao mesmo tempo'.

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Para ele, 'cada foto se torna um roteiro poético e bem-humorado que pode ser interpretado como a denúncia dos vícios de nosso tempo'.

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Bousserez diz que cria suas fotos espontaneamente. O artista carrega sempre consigo os bonequinhos em miniatura. 'Quando estou em algum lugar e vejo algo ao redor, a inspiração vem naturalmente', conta. Ao criar, ele se compara com 'uma criança'.

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'É espontâneo, natural, baseado no humor. Não quero pensar muito e elaborar algo muito profundo. Prefiro deixar minha imaginação fluir, e quando uma cena humorística me vem à mente, eu não hesito, não espero, torno-a real!'

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Hoje diretor de uma agência de propaganda, o parisiense nascido em 1973 diz que 'fotografia e design gráfico pessoal têm um grande espaço na minha vida' e que, 'se não tivesse de dormir, usaria as noites para criar mais'.

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'Plastic Life' já foi exibida em revistas e jornais franceses, e em galerias em Paris e Geneva, incluindo a Bailly Contemporain e Charly Bailly, que hoje o representam.

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Fonte: (1)

Postado por Newstein 2 comentários

Este projeto é do designer Je SungPark, ainda experimental, que apresenta um notebook fechado com uma carcaça toda feita de papel, o projeto é lacrado em camadas para facilitar a manutenção ou troca de componentes internos.

A ideia é experimental, mas não utópica para ser viabilizada, pois é um projeto que oferece praticidade, leveza, possibilidade reciclar grande parte do produto e de criar linhas de computadores cada vez mais baratas e acessíveis.

Vejam as fotos:

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Postado por Newstein domingo, 8 de novembro de 2009 3 comentários

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