Descoberta no Egito fortaleza de mais de 2.600 anos
O forte, por onde passava uma antiga estrada militar, era utilizado como ponto de parada para comerciantes
Uma equipe de arqueólogos descobriu partes do que foi uma fortaleza militar de grande importância comercial que data da XXVI dinastia (625-664 a.C.) na cidade de Ismaília, 120 quilômetros a leste do Cairo.
O Conselho Supremo de Antiguidades anunciou em comunicado que a fortaleza, encontrada na zona arqueológica de Tel Dafna, conta com uma muralha de 13 metros de altura, a maior achada até o momento a leste do Delta do Nilo.
O forte, por onde passava uma antiga estrada militar, era utilizado como ponto de parada para comerciantes e também para proteger a fronteira oriental de invasores.
Os arqueólogos encontraram na mesma região um grande templo com 15 armazéns de armas e munição e um pequeno palácio sobre o qual não foram dados mais detalhes.
Fonte: (1)
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segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
Reciração de Instrumento de Bach
Instrumento esquecido de Bach é recriado
Trezentos anos depois de ter sido tocado pela última vez, um instrumento há muito tempo perdido, chamado lituus – muito usado por Johann Sebastian Bach, voltou à vida. De acordo com reportagem da BBC, ninguém desta geração jamais tinha escutado, visto ou lido descrições do instrumento. Especialistas desenharam o “novo” lituus como um instrumento similar a um que era muito utilizado pelo povo romano e na era medieval, longo e semelhante a um trompete.
Para reproduzir o lituus, historiadores sugeriram instrumentos que acreditavam ser semelhantes, e fanáticos pela música de Bach fizeram seus “chutes” de como acreditavam que era o som e as notas produzidas pelo instrumento. Com todas as informações reunidas, engenheiros da Universidade de Edimburgo, na Escócia, colocaram as informações em um moderno software, o que resultou na construção de um tubo de madeira de cerca de dois metros e meio, que produz um som “assombroso”, de acordo com músicos profissionais.
A última canção conhecida que foi escrita com o uso do lituus é “O Jesu Christ, mein’s Lebens Licht”, composição de Bach.
Fonte: (1)
Assista ao vídeo com imagens do instrumento:
Trezentos anos depois de ter sido tocado pela última vez, um instrumento há muito tempo perdido, chamado lituus – muito usado por Johann Sebastian Bach, voltou à vida. De acordo com reportagem da BBC, ninguém desta geração jamais tinha escutado, visto ou lido descrições do instrumento. Especialistas desenharam o “novo” lituus como um instrumento similar a um que era muito utilizado pelo povo romano e na era medieval, longo e semelhante a um trompete.

A última canção conhecida que foi escrita com o uso do lituus é “O Jesu Christ, mein’s Lebens Licht”, composição de Bach.
Fonte: (1)
Assista ao vídeo com imagens do instrumento:
Anne Frank
ONG divulga imagem de como seria Anne Frank aos 80 anos
Anne Frank, a adolescente judia que ficou famosa após a morte, quando seus diários foram publicados, faria 80 anos este mês se tivesse sobrevivido à Segunda Guerra Mundial.
Para marcar a data, o Anne Frank Trust-UK, da Grã-Bretanha, divulgou uma fotografia de como seria a aparência dela no aniversário, no dia 12 de junho.
Anne Frank morreu de tifo no campo de concentração de Bergen-Belsen em 1944, poucos meses antes do fim da guerra. Seu pai, Otto Frank, foi o único da família a sobreviver.
Anne Frank
Junto com a secretária, Miep Gies, ele compilou as anotações da filha em um livro que foi publicado em 1947. A obra foi traduzida para vários idiomas e vendeu dezenas de milhares de cópias até hoje. A menina escreveu suas observações durante o tempo em que a família ficou escondida em uma casa em Amsterdã, na Holanda, para escapar do holocausto nazista.
Ao divulgar a foto, Anne Frank Trust-UK quer chamar a atenção para os milhões de jovens que morrem vítimas de guerras e perseguição hoje.
"Infelizmente só podemos imaginar como a vida dela teria sido", disse a diretora executiva do Trust, Gillian Walnes.
Fonte: (1)
Anne Frank, a adolescente judia que ficou famosa após a morte, quando seus diários foram publicados, faria 80 anos este mês se tivesse sobrevivido à Segunda Guerra Mundial.
Para marcar a data, o Anne Frank Trust-UK, da Grã-Bretanha, divulgou uma fotografia de como seria a aparência dela no aniversário, no dia 12 de junho.
Anne Frank morreu de tifo no campo de concentração de Bergen-Belsen em 1944, poucos meses antes do fim da guerra. Seu pai, Otto Frank, foi o único da família a sobreviver.
Anne Frank
Junto com a secretária, Miep Gies, ele compilou as anotações da filha em um livro que foi publicado em 1947. A obra foi traduzida para vários idiomas e vendeu dezenas de milhares de cópias até hoje. A menina escreveu suas observações durante o tempo em que a família ficou escondida em uma casa em Amsterdã, na Holanda, para escapar do holocausto nazista.
Ao divulgar a foto, Anne Frank Trust-UK quer chamar a atenção para os milhões de jovens que morrem vítimas de guerras e perseguição hoje.
"Infelizmente só podemos imaginar como a vida dela teria sido", disse a diretora executiva do Trust, Gillian Walnes.
Fonte: (1)
Mona Lisa nua
Versões de Mona Lisa nua são destaque em mostra na Itália
O objetivo da mostra é discutir "as origens, o sucesso e os mistérios" da Mona Lisa, de acordo com o museu.
Um retrato de uma mulher nua, com as mãos cruzadas, de olhar delicado e sorriso tímido assemelha-se ao quadro mais famoso do pintor Leonardo da Vinci e é um dos destaques de uma nova exposição no Museu Ideale Leonardo Da Vinci, na Itália.
A exposição Joconde - Da Monna Lisa alla Gioconda Nuda é dedicada a trabalhos inspirados no quadro Mona Lisa. A mostra é dividida em duas partes: uma com obras histórica e outra com peças de arte contemporânea.
A primeira exibe pinturas e desenhos do século 16 ao século 20 inspiradas na Mona Lisa. Algumas destas obras trazem retratos da Mona Lisa nua, mas a que mais se destaca é a citada acima, obra que chegou a ser atribuída a Da Vinci no passado, mas que, segundo especialistas, provavelmente seria de um imitador ou discípulo.
Segundo informações do museu, essa versão da Mona Lisa pertencia ao tio de Napoleão Bonaparte, o cardeal e colecionador Joseph Fesch (1763-1839). Fesch também possuía o quadro São Jerônimo no Deserto - obra do pintor hoje exposta no Museu do Vaticano.
Outros destaques são um pequeno quadro redescoberto nos depósitos da galeria Uffizi, e restaurado para a ocasião, e o Diário, emprestado da Biblioteca Nacional de Nápoles, em que o cardeal Luís de Aragão relata o encontro com o pintor, durante sua visita, em 1517.
'Giocondologia'
A segunda metade da exposição é dedicada ao fenômeno que ficou conhecido por "Leonardismo" ou ainda "Giocondologia" e retrata como o quadro Mona Lisa tornou-se um ícone mundial da literatura, design gráfico e internet na sociedade contemporânea.
O objetivo da mostra é discutir "as origens, o sucesso e os mistérios" da Mona Lisa. Além da exposição, o museu propõe a difícil tarefa de documentar e catalogar todas as Mona Lisas do mundo - do século 16 até os dias de hoje.
Esta versão da Mona Lisa pertencia ao tio de Napoleão Bonaparte, o cardeal e colecionador Joseph Fesch (1763-1939). Fotos: Museo Ideale Leonardo Da Vinci
O objetivo da mostra é discutir "as origens, o sucesso e os mistérios" da Mona Lisa, de acordo com o museu.
Uma das primeiras biografias de Leonardo diz que o modelo Mona Lisa, que inspirou esta outra obra, era a esposa de Francesco del Giocondo.
A mostra Joconde - Da Monna Lisa alla Gioconda Nuda permanece em cartaz no Museu Ideale Leonardo Da Vinci, na região da Toscana, até o dia 30 de setembro.
Fonte: (1)
O objetivo da mostra é discutir "as origens, o sucesso e os mistérios" da Mona Lisa, de acordo com o museu.
Um retrato de uma mulher nua, com as mãos cruzadas, de olhar delicado e sorriso tímido assemelha-se ao quadro mais famoso do pintor Leonardo da Vinci e é um dos destaques de uma nova exposição no Museu Ideale Leonardo Da Vinci, na Itália.
A exposição Joconde - Da Monna Lisa alla Gioconda Nuda é dedicada a trabalhos inspirados no quadro Mona Lisa. A mostra é dividida em duas partes: uma com obras histórica e outra com peças de arte contemporânea.
A primeira exibe pinturas e desenhos do século 16 ao século 20 inspiradas na Mona Lisa. Algumas destas obras trazem retratos da Mona Lisa nua, mas a que mais se destaca é a citada acima, obra que chegou a ser atribuída a Da Vinci no passado, mas que, segundo especialistas, provavelmente seria de um imitador ou discípulo.
Segundo informações do museu, essa versão da Mona Lisa pertencia ao tio de Napoleão Bonaparte, o cardeal e colecionador Joseph Fesch (1763-1839). Fesch também possuía o quadro São Jerônimo no Deserto - obra do pintor hoje exposta no Museu do Vaticano.
Outros destaques são um pequeno quadro redescoberto nos depósitos da galeria Uffizi, e restaurado para a ocasião, e o Diário, emprestado da Biblioteca Nacional de Nápoles, em que o cardeal Luís de Aragão relata o encontro com o pintor, durante sua visita, em 1517.
'Giocondologia'
A segunda metade da exposição é dedicada ao fenômeno que ficou conhecido por "Leonardismo" ou ainda "Giocondologia" e retrata como o quadro Mona Lisa tornou-se um ícone mundial da literatura, design gráfico e internet na sociedade contemporânea.
O objetivo da mostra é discutir "as origens, o sucesso e os mistérios" da Mona Lisa. Além da exposição, o museu propõe a difícil tarefa de documentar e catalogar todas as Mona Lisas do mundo - do século 16 até os dias de hoje.




Fonte: (1)
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Instrumento musical mais antigo do mundo
Flauta de 35 mil anos é mais antigo instrumento musical do mundo
Primeiros humanos modernos da Alemanha produziram instrumentos.
Matéria-prima foi osso e marfim; para pesquisadores, é a origem da música.
A asa de um abutre e presas de mamute serviram de matéria-prima para produzir os mais antigos instrumentos musicais do mundo, afirma um estudo na edição desta semana da revista científica "Nature". São flautas encontradas em cavernas do sudoeste da Alemanha, testemunhas de uma aparente explosão de criatividade que tomou conta dos primeiros seres humanos a colonizarem a Europa.
As flautas de osso (a mais completa e bem preservada) e de marfim foram encontradas e analisadas pela equipe de Nicholas J. Conard, arqueólogo da Universidade de Tübingen (Alemanha) que é um dos maiores especialistas nessa aparente Semana de Arte Moderna que aconteceu há cerca de 35 mil anos, na Europa da Idade do Gelo.
Depois de remontada, a flauta de osso de abutre revelou ter quase 22 cm de comprimento (embora ela não esteja inteira, até onde os pesquisadores podem estimar; pode ser que ela fosse ainda mais comprida). Com cinco buracos para os dedos, os arqueólogos estimam que ele pudesse produzir uma variedade de notas tão grande quanto a da maioria das flautas modernas.
Antes da descoberta, alguns pesquisadores tinham proposto que os neandertais, nossos parentes extintos mais próximos, também tinham tradições musicais. No entanto, os instrumentos alemães apresentam a primeira prova inequívoca da existência de música entre seres humanos modernos ou seus parentes. Na mesma época, artes como a pintura e a escultura também estavam emergindo na Europa.
Fonte: (1)
Primeiros humanos modernos da Alemanha produziram instrumentos.
Matéria-prima foi osso e marfim; para pesquisadores, é a origem da música.
A asa de um abutre e presas de mamute serviram de matéria-prima para produzir os mais antigos instrumentos musicais do mundo, afirma um estudo na edição desta semana da revista científica "Nature". São flautas encontradas em cavernas do sudoeste da Alemanha, testemunhas de uma aparente explosão de criatividade que tomou conta dos primeiros seres humanos a colonizarem a Europa.
As flautas de osso (a mais completa e bem preservada) e de marfim foram encontradas e analisadas pela equipe de Nicholas J. Conard, arqueólogo da Universidade de Tübingen (Alemanha) que é um dos maiores especialistas nessa aparente Semana de Arte Moderna que aconteceu há cerca de 35 mil anos, na Europa da Idade do Gelo.
Depois de remontada, a flauta de osso de abutre revelou ter quase 22 cm de comprimento (embora ela não esteja inteira, até onde os pesquisadores podem estimar; pode ser que ela fosse ainda mais comprida). Com cinco buracos para os dedos, os arqueólogos estimam que ele pudesse produzir uma variedade de notas tão grande quanto a da maioria das flautas modernas.
Antes da descoberta, alguns pesquisadores tinham proposto que os neandertais, nossos parentes extintos mais próximos, também tinham tradições musicais. No entanto, os instrumentos alemães apresentam a primeira prova inequívoca da existência de música entre seres humanos modernos ou seus parentes. Na mesma época, artes como a pintura e a escultura também estavam emergindo na Europa.
Fonte: (1)
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