quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Celular do Google

O G1, o telefone celular do Google, chegou nesta quarta-feira às lojas americanas da T-Mobile para concorrer com o iPhone, da Apple. Apesar de terem sido registradas filas em várias lojas da T-Mobile de diferentes cidades dos Estados Unidos, não se viram as massas de gente dormindo na rua desde a noite anterior como no caso do iPhone, que já vendeu mais de dez milhões de unidades neste ano.
O telefone do Google custa US$ 179 e exige um contrato mínimo de dois anos. O clima de crise econômica nos EUA e o lançamento do Storm, o primeiro modelo da BlackBerry com tela tátil, entre outros novos concorrentes, poderiam ofuscar a estréia do produto.
Fabricado pela HTC o aparelho tem com atrativo seu sistema operacional, batizado de Android e desenvolvido pelo Google. O sistema possui código aberto, o que permite a qualquer um criar novos aplicativos para o aparelho sem as restrições impostas pela Apple no iPhone.
A operadora de telefonia, ao contrário do software, pode ser uma pedra no caminho do G1: enquanto o celular da Apple é vendido com exclusividade pela AT&T, o G1 sai pela T-Mobile, cuja cobertura de tecnologia 3G (que permite acesso a dados e navegação pela internet com banda larga) não é tão completa quanto a do concorrente.
Nas primeiras horas de comercialização em lojas e após cerca de um mês de pedidos recebidos, pôde-se observar que, pelo menos entre os defensores do software livre, os admiradores da filosofia do Google e os amantes dos dispositivos eletrônicos de última geração, o aparelho recebeu avaliações positivas.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A Última Ceia

Uma imagem de alta definição do quadro "A Última Ceia", de Leonardo da Vinci, está publicada na internet.

O trabaho foi feito por uma empresa italiana de tecnologia, o que permitirá aos admiradores da arte e aos teóricos da conspiração uma avaliação da pintura em seus próprios computadores.
Posicionado em um antigo restaurante de um monastério, ao lado de uma igreja em Milão, o mural de 500 anos feito por Da Vinci mostra Jesus Cristo no momento em que ele prevê que um dos seus apóstolos vai trai-lo.
Desde a publicação do famoso "Código Da Vinci", surgiram muitas teorias sobre o significado verdadeiro do mural, conhecido em Italiano como "Cenacolo".
No romance, Dan Brown escreve que Jesus se casou com sua seguidora Maria Madalena e foi pai de uma criança.
O gerente-geral da HAL9000, Vincenzo Mirarchi, disse que a razão por trás da decisão da empresa de divulgar a imagem no seu site é dar uma forma inovadora de apreciar a arte em vez de estimular especulações sobre o seu significado.
"Isso vai facilitar para as pessoas verem", afirmou ele, referindo-se às dificuldades de acertar uma visita ao local onde o mural está localizado.
Muitos turistas que vão a Milão querem ver o quatro e frequentemente têm de fazer reservas com pelo menos um mês de antecedência.

Acesse aqui o site para visualizar a pintura.

Museu Guggenheim

O artista belga Carsten Höller criou uma instalação que reproduz um quarto de hotel dentro do Museu Guggenheim, em Nova York, e que abrigará hóspedes durante a noite.

A instalação Revolving Hotel Room (Quarto de Hotel Giratório, em tradução literal) traz a mobília tradicional de um quarto de hotel sobre quatro discos de vidro giratórios.

Durante o dia, a obra pode ser vista como parte da exposição theanyspacewhatever e à noite, o quarto é reservado para visitantes que queiram passar a noite no museu.
A oportunidade de se hospedar na instalação luxuosa de Höller e de passear pelo Guggenheim quando o museu está vazio, no entanto, não sai barato.

O custo do pernoite varia entre US$260 (R$581) durante a semana e US$ 799 (R$ 1788) nos finais de semana e inclui café da manhã.

Cada hóspede pode passar apenas uma noite no museu e a instalação abriga no máximo duas pessoas por noite.

A exposição theanyspacewhatever, da qual a instalação Revolving Hotel Room faz parte, tem como objetivo ir além das artes visuais, aproximar a experiência artística do cotidiano e ampliar as convenções tradicionais dos museus.

A artista canadense Angela Bulloch irá transformar o teto do museu em uma constelação artificial de estrelas.

A francesa Domonique Gonzalez-Foerster usará uma instalação sonora para "tropicalizar" uma das rampas do museu.

O britânico Liam Gillick intervirá nos serviços de sinalização do Guggenheim, para "reorientar" a experiência dos visitantes no espaço e na exposição.

Fonte: BBC Brasil

Esqueleto dos Cartoons

Uma exposição no Museu de História Natural da Basiléia mostra como seria a anatomia de personagens de quadrinhos se eles realmente fossem vivos. Aqui, o 'esqueleto' do coelho Pernalonga.


Pato Donald
Na Basiléia estão expostas o que seriam as 'ossadas' de vários personagens. Esta foto mostra como seriam os esqueletos do Pato Donald e de seus três sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho.

Papa-Léguas
A mostra insólita é o resultado de uma cooperação entre os paleontólogos do museu e o artista sul-coreano Hyungkoo Lee. Este seria o crânio do veloz pássaro Papa-Léguas.

Coiote
Esta foto mostra a ossada de Willy Coiote, o eterno inimigo do Papa-Léguas. Os esqueletos foram feitos observando todas as regras de anatomia.


Tom&Jerry
O gato Tom persegue o rato Jerry. A mostra 'Animatus' ficou em cartaz no Museu de História Natural da Basiléia até o fim de agosto de 2008.

Fonte: BBC Brasil.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Sol - nossa vida

Um dos assuntos que mais me fascina é o Universo, devoro esse assunto com paixão, (ah, já estreiou no The History Channel a 2.da temporada da Série - Universo).
Vamos falar hoje sobre o Sol, nossa estrela, nossa vida!

Toda a energia solar que atinge a terra durante uma hora seria suficiente para abastecer o planeta por um ano, falta somente tecnologia para captar essa energia de maneira eficaz.

O Sol está na sua fase mais tranqüila dos onze de seu ciclo de atividades. Neste ano ele esteve excepcionalmente quieto, pois são 200 dias seguidos sem manchas solares observáveis.

O vento solar também está nos níveis mais baixos dos últimos 50 anos. Os cientistas não estão certos sobre o significado desta calma incomum, mas monitoram continuamente nossa estrela-mãe com um conjunto de satélites e telescópios.


A imagem acima é de um eclipse solar total fotografado em 1980 na Índia.



Uma gigantesca nuvem de plasma é expelida pela fina coroa solar a 60 mil graus Celsius. As áreas mais quentes do Sol, nesta foto, mostram-se quase brancas, enquanto aquelas em vermelho escuro são as mais ‘frias’.


Imagem em close das estruturas magnéticas na superfície solar realizada em 2003.


Uma mancha solar e a superfície granulada do Sol em 4 de agosto de 2003.


Esta imagem em cores falsas de três camadas mostra um período de atividade moderada da coroa solar. As cores mais vivas mostram as áreas mais ativas e o azul e verde mostra o plasma mais frio.



Fotos do sol foram feitas durante seis dias, à partir do dia 27 de junho de 2005, e colocadas em seqüência para formar este filme.

Chama numa região ativa mesmo perto do limbo solar no dia 30 de setembro de 2001. Fragmentos de uma proeminência pairaram sobre as regiões.

Imagem de uma erupção de um filamento solar em julho de 2000. O material escuro aqui é relativamente esfria, enquanto o material luminoso está mais quente que um milhão de graus.

Wall-e Wood

Escultores ingleses criaram este Wall-e de madeira para John Lasseter, o diretor de criação da Pixar.

Máquinas e equipamentos de alta tecnologia foram utilizadas para a criação do modelo altamente detalhado, com peças que se interconectam com grande precisão.

Veja os detalhes e a alta precisão nos cortes na foto abaixo que deixaria Gepeto e Pinóquio morrendo de inveja.



Quanto você acha que custaria esse protótipo?

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Torpedos

Você utiliza muito celular? Gosta de enviar torpedos para os amigos e familiares?
Então aproveite e envie torpedos para qualquer celular Oi de graça, isso mesmo, totalmente free!!!

Acesse o link e distribua torpedos para seus amigos.

Arraial do Círio

As origens do arraial de Nazaré são tão antigas quanto as do Círio. Na verdade, o arraial começou com uma feira agrícola, idealizada pelo governador dom Francisco de Sousa Coutinho, idealizado dois anos antes do primeiro Círio, com produtos vindos de diferentes regiões da Província do Pará. Com o tempo, a feira foi se transformando em arraial e surgiram espaços para venda de comidas típicas e para jogos.

Na segunda metade do século XIX, a iluminação do local passou a ser feita por gás de hidrogênio carbonado. Antes mesmo que a cidade conhecesse a luz elétrica, o arraial de Nazaré já exibia, em 1892, nas quatro esquinas, pontos do novo sistema de um tipo de iluminação, que só viria a ser inaugurado dois anos mais tarde. Nos anos 40, o empresário Félix Rocque movimentou a festa, trazendo a Belém grande nomes da música e do teatro brasileiros. Para tanto, construiu o grande teatro Coliseu, com dois mil lugares e mais outros cinco teatros menores. Tudo, hoje, é apenas memória.

O Largo de Nazaré foi, aos poucos, perdendo sua identidade. Primeiro, derrubaram o pavilhão Flora e os coretos. Bares tradicionais fecharam e os arcos da festa, que eram quatro, ficaram reduzidos à metade. Os brinquedos mais antigos, como o cavalinho movido à lenha, foram substituídos por outros mais modernos, quem vêm e vão, a cada ano, num parque de diversões itinerante. Em 1982 foi inaugurada a Praça Santuário e o arraial foi transferido para o terreno ao lado do Centro Social de Nazaré, onde foram construídas lanchonetes e pequenos restaurantes padronizados.

Colaboração do professor e jornalista João Carlos Pereira

Fonte: Blog Espaço Aberto

domingo, 12 de outubro de 2008

Maniçoba

Hoje aqui em Belém do Pará chega ao ápice o Círio de Nazaré, que é a procissão de domingo do Círio, que sai da Igreja da Sé, percorre as ruas de Belém até chegar a Basílica de Nazaré.
É tradição da família paraense o almoço de domingo do Círio (e é ai que está o meu interesse!), é tradição servir comidas típicas, como o pato no tucupí e a maniçoba (hummmm, que delícia). Como somos do sul, não temos a "manha" de preparar a maniçoba, a minha candidata a Cú (Carol - que também não tem a "manha") trouxe para nós a tão desejada maniçoba que sua cara mãe preparou (Obrigado Dona Dora!!!). Deixe-me falar mais a respeito desses pratos!

  • Pato no tucupi Constituído de pato, tucupi e jambu. O tucupi é um caldo amarelo extraído da mandioca e por isso precisa ser cozido durante uma semana. O pato, depois de assado, é cortado em pedaços e fervido no tucupi, onde fica de molho por algum tempo. O jambu é fervido em água com sal, escorrido e posto sobre o pato. É servido com arroz branco e farinha de mandioca.

  • Maniçoba Do tupi Maní, deusa da mandioca. Usa-se uma tipicamente uma panela de barro ou de porcelana. Prato de aspecto duvidoso, demora pelo menos uma semana para ser feito, pois a folha da maniva ( a planta da mandioca), depois de moída, deve ser cozida durante, pelo menos, quatro dias com a intenção de eliminar o ácido cianídrico que contém. Depois disso é acrescentado o charque, toucinho, bucho, mocotó, orelha, pé e costelas salgadas de porco, chouriço, lingüiça e paio, praticamente os mesmos ingredientes de uma feijoada completa. É servido com arroz branco, farinha d'água e pimenta de cheiro a gosto.
Quem quer ter a manha??? Segue receita!

Maniçoba

Ingredientes:
  1. 3 kg de maniva moída (folha da mandioca-brava)
  2. 1/2 kg de toucinho
  3. 1/2 kg de carne-seca
  4. 1/2 kg de lingüiça portuguesa
  5. 1/2 kg de paio
  6. 1/2 kg de lombo de porco
  7. 1/2 kg de orelha de porco
  8. 1/2 kg de rabo de porco
  9. Alho e pimenta-de-cheiro a gosto

Modo de preparar:
O preparo deste prato deve ser iniciado quatro dias antes de servir.
No primeiro dia, coloque a maniva moída numa panela grande com bastante água pela manhã e deixe ferver até anoitecer, em fogo brando, sem deixar a água secar.
No segundo dia, acrescente o toucinho e deixe ferver novamente pelo dia inteiro.
No terceiro dia, escalde todas as carnes e coloque-as na panela da maniva. Ferva de novo pelo dia inteiro, mexendo às vezes.
No quarto dia, acrescente o alho espremido e a pimenta. Deixe ferver por mais 6 horas, mexendo às vezes.

Dica: Sirva com arroz branco e farinha de mandioca.

Da comida típica paraense, eu adoro: maniçoba, tacacá, pato no tucupi e ainda pupunha cozida!!!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A Cabana

"Esta história deve ser lida como se fosse uma oração, a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A cabana." - Michael W. Smith

Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A Cabana revelou-se um desses livros raros que, por meio do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público: já são quase dois milhões de exemplares vendidos.


Durante uma viagem em um fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas em um
a cabana abandonada.

Após quatro anos vivendo em uma tristeza profunda, causada
pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.

Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime em uma tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo tão cruel e injusto, A Cabana levanta um questionamento atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?

As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar a sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama.