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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Arqueólogos descobrem Menorá de 2.000 anos

Arqueólogos israelenses encontraram uma antiga representação de um menorá, o candelabro de sete braços que se tornou um símbolo do judaísmo, informa a Autoridade de Antiguidades de Israel.
O menorá foi gravado numa pedra há cerca de 2.000 anos, e descoberto numa sinagoga perto do mar da Galileia. Cerâmicas, moedas e ferramentas encontradas no local indicam que a sinagoga é da época do Segundo Templo de Jerusalém, onde o menorá era mantido, disse a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni.
image O bloco de pedra com o menorá entalhado na face frontal
O escultor pode ter visto o menorá durante uma peregrinação e, então, recriado a imagem na sinagoga, sugeriu ela.
Um pequeno número de imagens do menorá da mesma época já havia sido encontrado, disse ela, mas esta é especial porque estava dentro de uma sinagoga e longe de Jerusalém, ilustrando a ligação entre os judeus da região de Jerusalém e os da Galileia, ao norte.
O menorá, retratado sobre um pedestal, está entalhado em uma pedra que ficava no salão central da sinagoga.
O Templo de Jerusalém foi destruído por legiões romanas no ano 70. O Arco de Tito, em Roma, erigido para celebrar a vitória, mostra soldados romanos carregando o menorá para fora de Jerusalém. Hoje, o candelabro faz parte do selo oficial do Estado de Israel. 
A maioria das imagens do menorá foi feita após a destruição do templo, e se esta descoberta é realmente anterior, ela poderia ser uma representação mais próxima do original, disse o arqueólogo Aren Maeir.
"Se você tem um retrato do menorá do tempo do templo, as chances são de que ele seja mais preciso e retrate o objeto propriamente dito", disse ele.
Fonte: (1)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Descoberto local de nascimento de imperador romano

Arqueólogos desenterraram uma enorme residência de campo que, acreditam, foi o local de nascimento de Vespasiano, o imperador romano que construiu o Coliseu. As ruínas, de 2.000 anos, foram encontradas 130 quilômetros a nordeste de Roma, disse o arqueólogo Filippo Coarelli.
O complexo, de 14.000 metros quadrados, fica no centro de uma antiga vila chamada Falacrine, cidade natal de Vespasiano.
Embora não haja inscrições garantindo o fato, a localização e o luxo da residência tornam provável a identificação do local como o berço de Vespasiano.
"Esta é a única residência do tipo na área onde ele muito provavelmente nasceu", disse o arqueólogo.
A residência do primeiro século apresenta "um piso enorme  e bem preservado, decorado com mármores vindos de toda a área do Mediterrâneo", disse ele.
image Busto de Vespasiano
"É claro que essas coisas só poderiam pertencer a alguém de alta posição social e riqueza. E, neste lugar, eram os Flavianos", a dinastia na que Vespasiano pertencia.
A escavação, que já dura quatro anos, é um empreendimento conjunto de arqueólogos italianos e britânicos. Ela já revelou outras ruínas, incluindo um cemitério.
Vespasiano, cujo nome completo era Tito Flávio Vespasiano, trouxe estabilidade ao império, depois do reinado extravagante de Nero e de uma guerra civil.
image Arqueólogos trabalham no que resta do palácio rural que pode ter sido da família do imperador.
Nascido no ano 9 d.C., de uma família da nobreza rural, Vespasiano fez carreira no Exército e foi o general encarregado de esmagar uma revolta de judeus na Palestina.
Depois de ser aclamado imperador pelas tropas no ano 69 e de eliminar os rivais, Vespasiano encontrou Roma em profunda crise econômica e ainda se recuperando do grande incêndio da época de Nero.
Com riquezas saqueadas em Jerusalém e a receita de um aumento de impostos, lançou um programa de obras públicas e iniciou a construção do Coliseu.
Pesquise mais aqui sobre Vespasiano.
Fonte: (1)