quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A Dança do Universo

O que aconteceu no momento da Criação? Houve um minuto determinado em que o Universo que nos rodeia surgiu? Essas são questões tão antigas como a própria humanidade. Muitos procuram a resposta nos mitos e na religião. Outros nas teorias científicas. Em A dança do Universo, o físico Marcelo Gleiser mostra em linguagem clara que esses dois enfoques não são tão distantes quanto imaginamos, apresentando versões de diversas culturas para o mistério da Criação, até desembocar na explicação da ciência moderna para o surgimento do Universo.

- Prêmio Jabuti 1998 de Melhor Ensaio e Biografia.


Acabei de ler o livro e recomendo aos bibliófilos.

Nota: 9 (0-10);

Boa Leitura!
Teste o seu Quociente de Inteligência respondendo a 33 perguntas em 20 minutos.

Boa sorte e diverte-se!

Clique aqui para fazer o teste !

Eu fiz o meu, em 11 minutos , vejam o resultado abaixo:

QI: 139 - Very High Intelligence.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Frase do Dia!

“Quem diria! Eu, que estava quase morrendo, pensando que era por causa da cerveja… Era o leite!”

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

O retorno!

Olá amigos!
Após um certo período de inatividade aqui no Blog, estou retornando!
Minha vida ultimamente tem se resumido a trabalho, faculdade e família! Tenho um filho de 4 anos e energia para ele nunca falta (queria ter a mesma energia que ele tem), tenho dedicado mais tempo para ele!!!
Vou retornar a publicar "coisas" e "causos" interessantes, conto com a audiência de todos !!!

Abraços!

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Antes e depois

Milagre!!!


Agora, diz a verdade:
Tem ou não tem que usar a estrelinha do PT na gola?

Editorial - Jornal da Record

Rede Record critica o governo por caos aéreo

Em editorial lido no Jornal da Record na noite desta quinta-feira (19), a Rede Record de Televisão criticou o governo federal por causa da crise no setor aéreo e anunciou que os seus funcionários não utilizarão o Aeroporto de Congonhas enquanto durarem as investigações sobre o acidente com o Airbus da TAM.

Segundo a emissora, o embarque e desembarque de seus profissionais em São Paulo ocorrerá no Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Cumbica, Guarulhos. A seguir, a íntegra do editorial:

"Mais de 350 vidas se foram em dois acidentes aéreos em menos de um ano. Neste momento, milhares de brasileiros choram a perda de familiares e amigos. O país todo ainda está abalado por uma tragédia prevista.

Enquanto o cidadão comum sofre com o colapso aéreo, as autoridades de Brasília fazem teorias, brincam e até debocham.

Mais de dez órgãos oficiais e dezenas de empresas privadas atuam no setor. Até agora nenhuma solução para a crise. E o pior: a saída parece impossível de ser encontrada.

As centenas de vidas perdidas parecem não afetar nossas autoridades, aparentemente distantes do caos. Bem longe do desespero e da agonia que tomaram conta dos nossos aeroportos nos últimos meses.

Indignada com essa situação, a Rede Record decidiu: a partir de hoje, não disponibilizará mais passagens para nenhum dos seus executivos, artistas, jornalistas ou outros funcionários no Aeroporto de Congonhas até que tudo seja esclarecido.

É um protesto em nome dos moradores da região. Um protesto em nome de quase 200 milhões de brasileiros. Um protesto contra o descaso. Contra a falta de ação dos responsáveis.

Governo Federal, Aeronáutica, Infraero, Anac, companhias aéreas... O Brasil tem o direito de saber: de quem é a culpa? Quando toda essa tragédia vai finalmente acabar?

Rede Record de Televisão

Fonte: Agência Estado

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Seguindo o Exemplo!!!

Você sabia que Napoleão Bonaparte durante suas batalhas, sempre usava uma capa de cor vermelha?

Para ele era importante, porque se fosse ferido, com sua capa vermelha não se notaria seu sangue, e seus soldados não se preocupariam e também não deixariam de lutar.

Seguindo o exemplo do imperador francês, Lula só usa calças marrons.

Quando vai ser o próximo????

A cada nova crise nos aeroportos, a cada novo movimento dos controladores, a cada derrapada de avião, a cada pane no sistema de rádio ou nos radares, uns sempre diziam e outros sempre pensavam: "Quando vai ser o próximo acidente?"

Foi nesta terça-feira, menos de dez meses depois da queda do Boeing da Gol que se chocou com o jato Legacy nos céus de Mato Grosso, matando 154 pessoas e implodindo a credibilidade do sistema aéreo no Brasil. Até hoje, era o maior acidente da história da aviação brasileira. Não é mais.

No Airbus da TAM que explodiu no coração de São Paulo, havia quase 180 pessoas. Além delas, morreram também ainda incontáveis pessoas em solo, com as vítimas sendo recolhidas uma a uma em meio a um inferno de chamas.

O controle de aproximação autorizou o pouso, o avião tocou o solo e não parou. Ultrapassou a pista e se lançou sobre uma avenida até explodir no choque com um depósito da própria TAM, deixando a impressão nos experts de que o pouso foi além do "ponto de toque" e não houve pista suficiente para parar. O piloto teria, então, tentado arremeter (subir novamente), sem sucesso.

As circunstâncias eram todas desfavoráveis: chovia, a pista estava escorregadia, a reforma mal (em duplo sentido) terminou e, afinal das contas, não pode ser pura coincidência que o maior acidente da história acontecer exatamente em Congonhas, no dia seguinte à derrapagem de um pequeno avião da Pantanal. É o aeroporto mais congestionado do país, há décadas se sabe que é inviável e os relatórios oficiais já acendiam o sinal amarelo havia meses. Qualquer um sabe disso, no governo civil, na Aeronáutica, na Infraero, na Anac, nas companhias. Mas ficaram todos esperando ocorrer o pior. Ocorreu.

Resultado: em Brasília, o clima é de total empurra-empurra. O ministro da Defesa, Waldir Pires, estava justamente numa audiência com Lula para discutir o orçamento da Força Aérea, mas, como sempre, foi o último a saber do acidente. Já em casa, teve de voltar ao Planalto. A Aeronáutica diz que não tem nada a ver, porque desta vez o controle de tráfego aéreo não tem nenhuma responsabilidade. E joga a culpa na Infraero, que cuida da infra-estrutura dos aeroportos, e na Anac, a agência civil que substituiu o antigo DAC e que não tem força --talvez nem vontade-- de enfrentar as companhias para de fato regulamentar o setor e definir a malha aérea brasileira.

Como ficam sob o foco também as próprias companhias, por não aceitarem abrir mão da concentração de vôos em Congonhas, que consegue ser ao mesmo tempo um aeroporto condenado e o aeroporto mais congestionado do país. É o típico caso em que o dinheiro fala mais alto do que a segurança.

O que explodiu hoje não foi só o Airbus da TAM. Foi também o resquício de credibilidade que ainda sobrava do sistema de vôo no país e a capacidade de o governo, no seu conjunto de órgãos responsáveis, gerir a situação O que há é o caos. Junto com a dor, a perplexidade e a sensação de que não tem mais conserto.

Desculpe, mas o que todo mundo agora se pergunta é: "Quando vai ser o próximo?"

Eliane Cantanhêde