segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Steven Spielberg e Stephen King – juntos!

Dupla irá produzir série de TV baseada no livro Under the Dome, lançamento recente do autor

Stephen King e Steven Spielberg irão trabalhar juntos. A dupla vai desenvolver uma série de TV baseada no elogiado Under the Dome, livro lançado por King este ano. A informação é do site da revista Variety.

Spielberg, King e Stacey Snider, da DreamWorks, atuarão na produção executiva do programa. Agora, os executivos da companhia procuram um roteirista.

Under the Dome, ainda sem versão em português, conta a história de uma pequena cidade turística nos Estados Unidos que, inesperadamente, é envolvida por um campo de força invisível. Presos sob o campo, os habitantes da cidade formam facções e entram em guerra.

image image Steven Spielberg e Stephen King irão produzir série de TV

Esta não será a primeira parceria de Spielberg e King. Os dois trabalharam juntos na adaptação do livro O Talismã (1984), outra obra de King, para as telas. O trabalho acabou não saindo do papel.

Miniatura de Cenas da Vida Cotidiana

Um artista francês utiliza bonecos de plástico em miniatura para reproduzir cenas da vida cotidiana.

O fotógrafo e designer gráfico Vincent Bousserez diz que começou a tirar as fotos da série Plastic Life (ou "vida plástica", em tradução livre) depois de se encantar com uma loja de miniaturas que começou a frequentar levado por um amigo.

"Essas fotos em close eliminam a distância entre o olho do espectador e a cena que ele descobre", descreveu Bousserez à BBC Brasil.

"Ele entra em um mundo estranhamente similar ao dele e diferente ao mesmo tempo. Cada foto se torna um roteiro poético e bem-humorado que pode ser interpretado como a denúncia dos vícios de nosso tempo."

Ele diz que a ideias das fotos vêm espontaneamente. "Na maioria das vezes, eu compro esses bonequinhos sem pensar em uma cena. Eu simplesmente os carrego comigo. E quando estou em algum lugar e vejo algo, a inspiração vem naturalmente", conta.

Ao criar, o artista se compara com "uma criança". "Eu interrompo a conversa, apanho esta ou aquela mobília que descobri, pego os bonecos e componho minha natureza morta. Adapto a luz e então tiro as fotos", afirma.

"É espontâneo, natural, baseado no humor. Não quero pensar muito e elaborar algo muito profundo. Prefiro deixar minha imaginação fluir, e quando uma cena humorística me vem à mente, eu não hesito, não espero, organizo minhas coisas e a torno real!"

Desde que começou a ser publicada em 2008, Plastic Life foi exibida em diversas revistas e jornais franceses, e em galerias em Paris e Geneva – incluindo a Bailly Contemporain e Charly Bailly, que representam o artista. Bousserez diz que está agora à procura de editoras dispostas a transformar a obra em livro.

Hoje diretor de uma agência de propaganda, o parisiense nascido em 1973 diz que "fotografia e design gráfico pessoal têm um grande espaço na minha vida: toda noite, todo dia antes de ir para o trabalho, e aos fins de semanas” e que "às vezes, se não tivesse de dormir, usaria as noites para criar mais".

"Mas agora não posso continuar mais, pois há cinco meses sou pai e quero dedicar mais tempo à minha filha Lucie e minha noiva, Bénédicte."

O trabalho de Bousserez pode ser visto no Flickr do artista

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O artista francês Vincent Bousserez utiliza bonecos de plástico em miniatura para reproduzir cenas da vida cotidiana. O fotógrafo e designer gráfico diz que teve a ideia de 'Plastic Life' ('Vida Plástica', em tradução livre) depois de se encantar com uma loja de miniaturas.

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Tiradas em 'close', as fotos 'eliminam a distância entre o olho do espectador e a cena que ele descobre', descreve o artista. 'Ele entra em um mundo estranhamente similar ao dele e diferente ao mesmo tempo'.

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Para ele, 'cada foto se torna um roteiro poético e bem-humorado que pode ser interpretado como a denúncia dos vícios de nosso tempo'.

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Bousserez diz que cria suas fotos espontaneamente. O artista carrega sempre consigo os bonequinhos em miniatura. 'Quando estou em algum lugar e vejo algo ao redor, a inspiração vem naturalmente', conta. Ao criar, ele se compara com 'uma criança'.

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'É espontâneo, natural, baseado no humor. Não quero pensar muito e elaborar algo muito profundo. Prefiro deixar minha imaginação fluir, e quando uma cena humorística me vem à mente, eu não hesito, não espero, torno-a real!'

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Hoje diretor de uma agência de propaganda, o parisiense nascido em 1973 diz que 'fotografia e design gráfico pessoal têm um grande espaço na minha vida' e que, 'se não tivesse de dormir, usaria as noites para criar mais'.

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'Plastic Life' já foi exibida em revistas e jornais franceses, e em galerias em Paris e Geneva, incluindo a Bailly Contemporain e Charly Bailly, que hoje o representam.

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Fonte: (1)

domingo, 8 de novembro de 2009

Notebook de papel

Este projeto é do designer Je SungPark, ainda experimental, que apresenta um notebook fechado com uma carcaça toda feita de papel, o projeto é lacrado em camadas para facilitar a manutenção ou troca de componentes internos.

A ideia é experimental, mas não utópica para ser viabilizada, pois é um projeto que oferece praticidade, leveza, possibilidade reciclar grande parte do produto e de criar linhas de computadores cada vez mais baratas e acessíveis.

Vejam as fotos:

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Leitor de e-books flexível

Fabricante de Pneus desenvolve leitor de e-books flexivel

Enquanto a Bridgestone não faz pneus, eles criam leitores de e-book tão flexíveis que talvez possam aguentar até um carro passando por cima. Eles têm até um protótipo pra testes, mas ainda não sabem quando vão comercializar este e-reader fino e flexível.

Este leitor de e-books é com certeza fino, já que tem quase metade da espessura do Kindle 2. Diz-se que ele pode ser "retorcido até certo ponto, já que os circuitos e o papel eletrônico são flexíveis", mas ninguém explicou até que ponto ele pode ser curvado. Não importa. Mesmo que não haja muitos detalhes sobre o produto nem planos de comercializá-lo, a boa notícia é que outras empresas podem adaptar essa tecnologia para usar nos próprios produtos. Isso pode inaugurar uma era em que ninguém precisa se preocupar em quebrar a tela de um e-reader.

imageA empresa de pneus, Bridgestone, apresenta o protótipo do e-reader fino e flexível

Posso parecer careta e antiquado mas não troco meus livros “tradicionais” de papel pelos “virtuais” ou eletrônicos.
Fonte: (1)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Pôster – Sherlock Holmes

Divulgado novo pôster de Sherlock Holmes, próximo filme do diretor Guy Ritchie.

Sherlock Holmes, o maior detetive de todos os tempos estreia no Brasil em 8 de janeiro e tem no elenco Robert Downey Jr. (como Holmes), Rachel McAdams (como Irene Adler), Jude Law (como Watson) entre outros.
O longa já tem continuação anunciada mesmo antes da estreia deste primeiro.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Marcelo Tas lança livro com ‘pérolas’ presidenciais

'Nunca Antes na História desse País' chega às lojas em novembro com frases famosas do petista

É de domínio público que o presidente Lula tem o talento nato de palpitar sobre qualquer coisa. De religião a Corinthians, variam os temas das famosas "pérolas presidenciais". Jornalista e líder do programa "CQC", Marcelo Tas se lançou ao desafio de catalogá-las em livro, a começar pelo título, "Nunca Antes na História desse País", frase mais usada por Lula em seus sete anos de governo.

Tas diz que se Lula é um animal político por instinto, é também filósofo de crises, economista de primeira viagem, marqueteiro de campanha, advogado de ex-inimigos. Nas horas vagas, tem seus momentos de técnico de futebol, turista e até de comediante de stand up. Cada uma dessas facetas, sob a ótica do humorista, vira um capítulo do livro. "Isso é fascinante no Lula. Se ele encontrar um tema do qual não entende, comenta de qualquer jeito", fala Tas, que vai lançar a obra no início de novembro. "Aliás, Lula gosta principalmente de falar do que não sabe."
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Cada frase destacada ganhou um breve comentário bem-humorado. Mas o autor se apressa em dizer que o livro não tem pretensões políticas. "Não é algo ressentido ou partidário, não ataco gratuitamente o presidente, o PT ou seus dogmas", explica Tas.

O prefácio é assinado pelo jornalista José Simão, difusor do 'lulês'. "Simão me perguntou se queria um texto a favor ou contra o Lula", lembra Tas. "Eu disse a ele que é um livro a favor do contra."
Imerso nas divagações presidenciais, Marcelo Tas não esconde que o mais difícil foi lidar com as mudanças de opinião do presidente. "Às vezes ele tem uma grande sacada, mas vai repetindo a piada, deformando, e por fim acaba mudando completamente de ideia sobre o assunto", aponta. "A crise econômica passou de 'marolinha' a 'muito séria'", completa Tas.

A solução foi dar à 'bipolaridade' do político um belo destaque. O autor criou o capítulo Lula Metamorfose Ambulante, brincadeira que resulta em uma das seções mais saborosas do livro. O nome saiu de uma estranha descoberta durante a pesquisa. "Lula tem muito em comum com Raul Seixas. Os dois nasceram em 1945, deram um salto na carreira nos anos 70 e depois estouraram: Raul vendeu milhões de discos e Lula se tornou o Lula."
Fonte: (1)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Pinturas da Antiguidade Romana

Como os nobres da antiguidade romana relaxavam quando voltavam para casa à noite, após um dia cansativo fazendo política no Senado ou no Fórum? Em parte olhando para afrescos nas paredes de suas suntuosas residências na capital do império ou em cidades como Pompéia e Herculano.

"Os romanos ricos gostavam de criar um ambiente de sonhos em suas casas", comentou Eugenio La Rocca, curador da exposição 'Roma - Pinturas de um Império'.

No passado, os amantes das artes seriam obrigados a viajar a vários museus na Itália e fora do país para ver os afrescos: Nápoles, Pompéia, Roma, Sicília, o Vaticano, o Louvre, o British Museum, o Staatliche de Berlim e o Puskin de Moscou.

image Mas a exposição em Roma reúne tudo para o deleite dos apreciadores da pintura da era romana. "Não é uma exposição de arqueologia, mas de pinturas", disse La Rocca, guiando visitantes pela exposição, montada num edifício que no passado abrigava os cavalos e as carruagens dos papas e reis da Itália.

A exposição inclui 100 peças, em sua maioria afrescos de mansões romanas. Os afrescos foram descobertos nas redondezas de Roma e Nápoles a partir do século 17.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

House M.D.

Está chegando o grande dia da estréia da sexta temporada de House M.D., nos States, é claro, mas com jeitinho, conseguiremos assistir, quem sabe com uma semana de atraso, hehehe!!!

O novo poster da sexta temporada está muito bacana, temos Dr. House com duas cobras enroladas em si e asas, formando o caduceu, que na verdade não é o símbolo da medicina e sim das ciências contábeis. O Simbolo da medicia é o caduceu de Asclépio.

O bordão ou caduceu de Esculápio ou Asclépio é um símbolo antigo, relacionado com a astrologia e com a cura dos doentes através da medicina. Consiste de um bastão envolvido por uma serpente. Esculápio (em latim: Aesculapius) era o deus romano da medicina e da cura. Foi herdado diretamente da mitologia grega, na qual tinha as mesmas propriedades mas um nome sutilmente diferente: Asclépio.

Notem a diferença, o primeiro é o Asclépio:

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A idéia de usar o caduceus como marca da campanha da sexta temporada partiu do próprio Hugh Laurie - e ele acertou em cheio.

Vejam o poster:
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Arqueólogos descobrem Menorá de 2.000 anos

Arqueólogos israelenses encontraram uma antiga representação de um menorá, o candelabro de sete braços que se tornou um símbolo do judaísmo, informa a Autoridade de Antiguidades de Israel.
O menorá foi gravado numa pedra há cerca de 2.000 anos, e descoberto numa sinagoga perto do mar da Galileia. Cerâmicas, moedas e ferramentas encontradas no local indicam que a sinagoga é da época do Segundo Templo de Jerusalém, onde o menorá era mantido, disse a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni.
image O bloco de pedra com o menorá entalhado na face frontal
O escultor pode ter visto o menorá durante uma peregrinação e, então, recriado a imagem na sinagoga, sugeriu ela.
Um pequeno número de imagens do menorá da mesma época já havia sido encontrado, disse ela, mas esta é especial porque estava dentro de uma sinagoga e longe de Jerusalém, ilustrando a ligação entre os judeus da região de Jerusalém e os da Galileia, ao norte.
O menorá, retratado sobre um pedestal, está entalhado em uma pedra que ficava no salão central da sinagoga.
O Templo de Jerusalém foi destruído por legiões romanas no ano 70. O Arco de Tito, em Roma, erigido para celebrar a vitória, mostra soldados romanos carregando o menorá para fora de Jerusalém. Hoje, o candelabro faz parte do selo oficial do Estado de Israel. 
A maioria das imagens do menorá foi feita após a destruição do templo, e se esta descoberta é realmente anterior, ela poderia ser uma representação mais próxima do original, disse o arqueólogo Aren Maeir.
"Se você tem um retrato do menorá do tempo do templo, as chances são de que ele seja mais preciso e retrate o objeto propriamente dito", disse ele.
Fonte: (1)

domingo, 13 de setembro de 2009

Marcador de livro

Adoro ler e tenho uma pequena biblioteca dos livros que mais gosto, não ligo muito para marcadores de livros, atualmente estou usando uma fotografia do famoso desenho de Leonardo da Vinci – O Homem Vitruviano, como um, mas como sempre, a internet nos propicia descobrir coisas que deixam nós literalmente de queixo caído, vejam só esse marcador de livro que está sendo apresentado no site Oh gizmo!,

imageNo site não há a informação de onde podemos adquirir, se alguém souber onde comprar ou até quem sabe, me presentar com um, e-mail-me!!!