Aproveitando o lançamento do filme Operação Valquíria, com Tom Cruise, sugestiono a vocês os seguintes livros:
Lançamento
Operação Valquíria de Philipp von Boeselager - Este livro, que conta esta fantástica história real, certamente se tornará um grande best seller. O livro narra o complô organizado por oficiais alemães em 1944 para tomar o poder, após a eliminação de Hitler. O autor, Philipp von Boeselager, foi um dos jovens oficiais que participaram de operação designada "Valquíria".
Morto em 2008, foi o último sobrevivente capaz de contar os detalhes dessa aventura.
Curiosidades
Este livro é a verdadeira história do filme estrelado por Tom Cruise, com lançamento em fevereiro.
O relato é o único narrado por um dos principais participantes do complô.
Com a mesma temática temos ainda: Operação Valquíria de Tobias Kniebe.
Poucos eventos ocuparam tanto a mente dos alemães como a tentativa de assassinar Hitler em 20 de julho. Se bem sucedida, possivelmente os rumos da História seriam outros, e a morte de Hitler se tornaria um marco. O autor Tobias Kniebe, em uma narrativa de grande fôlego jornalístico, relata os fatos que antecederam o atentado, em uma dramática seqüência de acontecimentos: os meses de planejamento, o delicado transporte da bomba e as tantas outras fracassadas tentativas de conspiração ocorridas contra o Füher, até o ataque de 20 de julho, em que Hitler mais uma vez sobreviveu, mas seus conspiradores pagaram com a vida. Uma obra-prima que nos ajuda a entender um dos períodos mais conturbados e marcantes da nossa história.
Livros, Bibliotecas, Curiosidades, Dicas de leituras, Música, Cinema, Artes, Cultura em geral e muito mais.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Operação Valquíria
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Espécies pré-históricas
Britânico descobre 48 novas espécies pré-históricas na lama
Um paleontólogo britânico descobriu 48 novas espécies pré-históricas, depois de transportar toneladas de lama até sua casa e examinar os achados durante um período de quatro anos.
Outros cientistas levaram 180 anos para identificar o mesmo número de espécies.
Os fósseis encontrados por Steve Sweetman, da Universidade de Portsmouth, têm cerca de 130 milhões de anos e foram escavados na Ilha de Wight, no sul da Inglaterra, considerada a "costa Jurássica" inglesa.
O paleontólogo Steve Sweetman retirou a lama de antigos leitos de rios, e a levou até sua casa em baldes e mochilas
Ao examinar a lama, ele encontrou pelo menos oito novas espécies de dinossauros, vários tipos de lagartos, sapos, salamandras e - talvez a descoberta mais rara da época dos dinossauros - seis pequenos mamíferos, alguns deles, do tamanho de um musaranho, um mamífero que se alimenta de insetos.
No passado, paleontólogos normalmente encontravam fósseis e ossos que são expostos naturalmente pela ação do tempo e da natureza, mas Sweetman adotou uma técnica bastante apurada em suas pesquisas.
Ao todo, ele transportou cerca de 3,5 toneladas de lama até sua casa - também na Ilha de Wight - onde montou seu laboratório.
Ele secou e peneirou toda a lama e examinou todos os grãos em um microscópio. Logo no início das pesquisas ele identificou amostras mínimas de ossos e dentes.
"Foram quatro anos de trabalho duro para fazer as descobertas", disse o paleontólogo.
"Morar na Ilha de Wight tornou essa pesquisa fisicamente possível. O transporte das toneladas de lama não foi um obstáculo muito grande. Teria sido quase impossível se eu morasse fora da ilha."
"Logo na primeira amostra encontrei a mandíbula de um anfíbio mínimo, extinto e semelhante a uma salamandra, e depois, as novas espécies foram surgindo."
Apesar do vasto conhecimento sobre as grandes espécies que habitavam a ilha no início do período Cretáceo, diz Sweetman, pouco se sabe sobre as outras espécies.
"Com essas descobertas, posso criar um retrato mais detalhado das criaturas que viviam aos pés e à sombra dos dinossauros", disse ele.
O paleontólogo cresceu na Ilha de Wight, às vezes chamada de "Ilha dos Dinossauros" por ser a maior fonte de fósseis dos animais na Europa.
Fonte: (1)
Um paleontólogo britânico descobriu 48 novas espécies pré-históricas, depois de transportar toneladas de lama até sua casa e examinar os achados durante um período de quatro anos.
Outros cientistas levaram 180 anos para identificar o mesmo número de espécies.
Os fósseis encontrados por Steve Sweetman, da Universidade de Portsmouth, têm cerca de 130 milhões de anos e foram escavados na Ilha de Wight, no sul da Inglaterra, considerada a "costa Jurássica" inglesa.
As descobertas trazem um retrato mais detalhado das criaturas que viviam aos pés e à sombra dos dinossauros, diz o britânico
O paleontólogo Steve Sweetman retirou a lama de antigos leitos de rios, e a levou até sua casa em baldes e mochilasAo examinar a lama, ele encontrou pelo menos oito novas espécies de dinossauros, vários tipos de lagartos, sapos, salamandras e - talvez a descoberta mais rara da época dos dinossauros - seis pequenos mamíferos, alguns deles, do tamanho de um musaranho, um mamífero que se alimenta de insetos.
No passado, paleontólogos normalmente encontravam fósseis e ossos que são expostos naturalmente pela ação do tempo e da natureza, mas Sweetman adotou uma técnica bastante apurada em suas pesquisas.
Ao todo, ele transportou cerca de 3,5 toneladas de lama até sua casa - também na Ilha de Wight - onde montou seu laboratório.
Ele secou e peneirou toda a lama e examinou todos os grãos em um microscópio. Logo no início das pesquisas ele identificou amostras mínimas de ossos e dentes.
"Foram quatro anos de trabalho duro para fazer as descobertas", disse o paleontólogo.
"Morar na Ilha de Wight tornou essa pesquisa fisicamente possível. O transporte das toneladas de lama não foi um obstáculo muito grande. Teria sido quase impossível se eu morasse fora da ilha."
"Logo na primeira amostra encontrei a mandíbula de um anfíbio mínimo, extinto e semelhante a uma salamandra, e depois, as novas espécies foram surgindo."
Apesar do vasto conhecimento sobre as grandes espécies que habitavam a ilha no início do período Cretáceo, diz Sweetman, pouco se sabe sobre as outras espécies.
"Com essas descobertas, posso criar um retrato mais detalhado das criaturas que viviam aos pés e à sombra dos dinossauros", disse ele.
O paleontólogo cresceu na Ilha de Wight, às vezes chamada de "Ilha dos Dinossauros" por ser a maior fonte de fósseis dos animais na Europa.
Fonte: (1)
Minas do Rei Salomão
Arqueólogo data minas de cobre do rei Salomão
Novas escavações em um complexo de mineração e fundição de cobre na Jordânia recuaram a data de utilização do local em mais dois séculos, com isso indicando que os reis israelitas David e Salomão poderiam ter obtido o metal ali no século 10 antes de Cristo.
O sítio de Khirbat en-Nahas fica na região conhecida na Bíblia como o reino de Edom. Ele foi primeiro escavado pelo arqueólogo americano Nelson Glueck na década de 1930. Glueck afirmou ter descoberto as "minas do Rei Salomão".
Caverna virtual usada na reconstituição do sítio na Jordânia; reis David e Salomão poderiam ter obtido o metal ali no século 10 a.C.
Esse tipo de interpretação era comum nesse "período de ouro" da arqueologia bíblica, quando as escavações eram feitas baseadas em interpretações literais do Velho Testamento.
"Arqueólogos como Glueck metaforicamente carregavam a colher de pedreiro em uma mão e a Bíblia na outra, procurando na paisagem arqueológica do sul do Levante a confirmação da narrativa bíblica, dos patriarcas até a monarquia unida de David e Salomão, até outros personagens, locais e eventos mencionados no texto sagrado", escreveram os autores do novo estudo.
A pesquisa foi publicada hoje na revista científica "PNAS", da Academia de Ciências dos EUA, por uma equipe internacional de 11 pesquisadores liderada por Thomas Levy, da Universidade da Califórnia em San Diego.
Essas interpretações literais foram perdendo adeptos a partir da década de 1980. Muitos pesquisadores passaram a duvidar da existência histórica de personagens bíblicos que não tinham confirmação por outras fontes. Os eventos mais antigos teriam sido criação dos homens que editaram a forma final dos livros bíblicos, no século 5º a.C.
Sociedades complexas
Levy e colegas fizeram novas datações dos resíduos da fundição, especialmente do carvão usado nos fornos, e obtiveram datas dos séculos 10 a.C. e 9 a.C.
Para Levy, os dados coletados agora são "evidência de que sociedades complexas estavam de fato ativas nos séculos 10 a.C. e 9 a.C. e isso nos traz de volta o debate sobre a historicidade das narrativas da Bíblia relacionadas a este período".
Outra descoberta importante foram amuletos egípcios achados em Khirbat en-Nahas. Eles poderiam estar vinculados a uma invasão militar realizada após a morte de Salomão por Shoshenk 1º, primeiro faraó da 22ª dinastia egípcia -chamado de Sesac na Bíblia.
"Sesac, rei do Egito, marchou contra Jerusalém. Tomou os tesouros do templo de Javé (...); apoderou-se de tudo, até dos escudos de ouro que Salomão fizera", diz a Bíblia.
A incursão do faraó também está descrita em hieróglifos no Egito descrevendo as cidades que ele tomou na Palestina.
Os arqueólogos usaram ferramentas digitais para demarcar precisamente o sítio e fazer reconstruções tridimensionais. Há cerca de cem edifícios antigos em Khirbat en-Nahas, incluindo uma pequena fortaleza.
Fonte: (1)
Novas escavações em um complexo de mineração e fundição de cobre na Jordânia recuaram a data de utilização do local em mais dois séculos, com isso indicando que os reis israelitas David e Salomão poderiam ter obtido o metal ali no século 10 antes de Cristo.
O sítio de Khirbat en-Nahas fica na região conhecida na Bíblia como o reino de Edom. Ele foi primeiro escavado pelo arqueólogo americano Nelson Glueck na década de 1930. Glueck afirmou ter descoberto as "minas do Rei Salomão".
Caverna virtual usada na reconstituição do sítio na Jordânia; reis David e Salomão poderiam ter obtido o metal ali no século 10 a.C.Esse tipo de interpretação era comum nesse "período de ouro" da arqueologia bíblica, quando as escavações eram feitas baseadas em interpretações literais do Velho Testamento.
"Arqueólogos como Glueck metaforicamente carregavam a colher de pedreiro em uma mão e a Bíblia na outra, procurando na paisagem arqueológica do sul do Levante a confirmação da narrativa bíblica, dos patriarcas até a monarquia unida de David e Salomão, até outros personagens, locais e eventos mencionados no texto sagrado", escreveram os autores do novo estudo.
A pesquisa foi publicada hoje na revista científica "PNAS", da Academia de Ciências dos EUA, por uma equipe internacional de 11 pesquisadores liderada por Thomas Levy, da Universidade da Califórnia em San Diego.
Essas interpretações literais foram perdendo adeptos a partir da década de 1980. Muitos pesquisadores passaram a duvidar da existência histórica de personagens bíblicos que não tinham confirmação por outras fontes. Os eventos mais antigos teriam sido criação dos homens que editaram a forma final dos livros bíblicos, no século 5º a.C.
Sociedades complexas
Levy e colegas fizeram novas datações dos resíduos da fundição, especialmente do carvão usado nos fornos, e obtiveram datas dos séculos 10 a.C. e 9 a.C.
Para Levy, os dados coletados agora são "evidência de que sociedades complexas estavam de fato ativas nos séculos 10 a.C. e 9 a.C. e isso nos traz de volta o debate sobre a historicidade das narrativas da Bíblia relacionadas a este período".
Outra descoberta importante foram amuletos egípcios achados em Khirbat en-Nahas. Eles poderiam estar vinculados a uma invasão militar realizada após a morte de Salomão por Shoshenk 1º, primeiro faraó da 22ª dinastia egípcia -chamado de Sesac na Bíblia.
"Sesac, rei do Egito, marchou contra Jerusalém. Tomou os tesouros do templo de Javé (...); apoderou-se de tudo, até dos escudos de ouro que Salomão fizera", diz a Bíblia.
A incursão do faraó também está descrita em hieróglifos no Egito descrevendo as cidades que ele tomou na Palestina.
Os arqueólogos usaram ferramentas digitais para demarcar precisamente o sítio e fazer reconstruções tridimensionais. Há cerca de cem edifícios antigos em Khirbat en-Nahas, incluindo uma pequena fortaleza.
Fonte: (1)
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Tumba Faraônica
Tumba faraônica com 30 múmias é descoberta no Egito
Uma tumba faraônica de 4,3 mil anos, contendo 30 múmias e vários ataúdes de madeira e pedra, foi descoberta na cidade histórica de Saqara, no sudoeste do Egito. O espaço data da sexta dinastia e pertenceu ao sacerdote Senjem, que viveu durante o Império Antigo (2575-2150 a.C).
A tumba de pedra calcária encontrada na zona de Gisr al Modir, ao oeste da pirâmide escalonada, foi construída para o faraó Zoser (2.650 a.C) pelo arquiteto e médico Imhotep, segundo anunciou o Conselho Supremo de Antiguidades (CSA). No local, também foi achado um poço com onze metros de profundidade.
Os arqueólogos registraram na câmara mortuária trinta múmias e esqueletos, além de um ataúde de madeira com 180 cm de comprimento e decorado com escrituras hieroglíficas, que abriga um cadáver embalsamado datado do ano 640 a.C..
De acordo com o secretário geral do CSA, Zahi Hawas, outros quatro ataúdes de pedra também estavam no local e devem ser abertos ainda esta semana.
A cidade de Saqara abriga a necrópole dos primeiros faraós egípcios e possui as tumbas mais antigas do país, em uma área arqueológica com mais de 7 km².
Uma tumba faraônica de 4,3 mil anos, contendo 30 múmias e vários ataúdes de madeira e pedra, foi descoberta na cidade histórica de Saqara, no sudoeste do Egito. O espaço data da sexta dinastia e pertenceu ao sacerdote Senjem, que viveu durante o Império Antigo (2575-2150 a.C).
A tumba de pedra calcária encontrada na zona de Gisr al Modir, ao oeste da pirâmide escalonada, foi construída para o faraó Zoser (2.650 a.C) pelo arquiteto e médico Imhotep, segundo anunciou o Conselho Supremo de Antiguidades (CSA). No local, também foi achado um poço com onze metros de profundidade.
Os arqueólogos registraram na câmara mortuária trinta múmias e esqueletos, além de um ataúde de madeira com 180 cm de comprimento e decorado com escrituras hieroglíficas, que abriga um cadáver embalsamado datado do ano 640 a.C..
De acordo com o secretário geral do CSA, Zahi Hawas, outros quatro ataúdes de pedra também estavam no local e devem ser abertos ainda esta semana.
A cidade de Saqara abriga a necrópole dos primeiros faraós egípcios e possui as tumbas mais antigas do país, em uma área arqueológica com mais de 7 km².
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Recortes de Revistas
Artista faz retratos com recortes de revistas eróticas
O artista britânico Jonathan Yeo usa recortes de revistas pornográficas para montar retratos de personalidades famosas.
Entre os nomes já retratados por Yeo com a técnica de colagem estão a socialite Paris Hilton e o ex-presidente americano George W. Bush.
A técnica de colagem é feita através de camadas de recortes sobrepostos que dão diferentes tonalidades de pele aos personagens retratados por Yeo.
"Sempre fui intrigado com a colagem e sempre quis incorporar a técnica em minha obra", diz o artista.
Antes de dar início à série de colagens com recortes de revistas pornôs, Yeo já retratava nomes importantes da cena política e de celebridades, mas em pinturas mais tradicionais.
O retrato feito por Yeo do ex-premiê britânico Tony Blair se tornou uma das imagens mais icônicas do político ao redor do mundo. Além de Blair, o artista também retratou outros nomes importantes, como o príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II.
Ele lembra que em 2007, quando decidiu retratar o então presidente dos Estados Unidos, optou por usar sua arte para "ofender um homem que ele mesmo considerava ofensivo".
"Achei que seria adequado para comentar a hipocrisia de Bush", disse o artista.
Fonte: (1)
O artista britânico Jonathan Yeo usa recortes de revistas pornográficas para montar retratos de personalidades famosas.
Entre os nomes já retratados por Yeo com a técnica de colagem estão a socialite Paris Hilton e o ex-presidente americano George W. Bush.
A técnica de colagem é feita através de camadas de recortes sobrepostos que dão diferentes tonalidades de pele aos personagens retratados por Yeo.
"Sempre fui intrigado com a colagem e sempre quis incorporar a técnica em minha obra", diz o artista.
Antes de dar início à série de colagens com recortes de revistas pornôs, Yeo já retratava nomes importantes da cena política e de celebridades, mas em pinturas mais tradicionais.
O retrato feito por Yeo do ex-premiê britânico Tony Blair se tornou uma das imagens mais icônicas do político ao redor do mundo. Além de Blair, o artista também retratou outros nomes importantes, como o príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II.
Ele lembra que em 2007, quando decidiu retratar o então presidente dos Estados Unidos, optou por usar sua arte para "ofender um homem que ele mesmo considerava ofensivo".
"Achei que seria adequado para comentar a hipocrisia de Bush", disse o artista.
Fonte: (1)
Tabela Periódica
Rússia prepara homenagens ao criador da tabela periódica
A cidade russa de São Petersburgo, antiga capital dos czares, comemora, no dia 8, o 175º aniversário do nascimento de Dmitri Mendeleyev, um dos responsáveis pela criação da tabela periódica de elementos químicos.
Esse dia, o tradicional disparo do meio-dia do canhão do bastião da Fortaleza de Pedro e Paulo de São Petersburgo, será realizado em homenagem ao cientista russo e será feito pelo prêmio Nobel de Física de 2000, Zhores Alferov.
Mendeleyev, o criador da tabela periódica, também é conhecido por ter definido a fórmula química exata da vodca
Posteriormente, cientistas, representantes da administração local, reitores de universidade, membros do Instituto de Pesquisa Científica e empresários depositarão flores diante do túmulo de Mendeleyev no cemitério de Volkov, informou hoje a agência oficial "RIA Novosti".
No dia seguinte, o centro de pesquisa da Academia de Ciências da Rússia em São Petersburgo fará uma sessão dedicada ao aniversário do químico.
E, durante todo o mês de fevereiro, São Petersburgo acolherá diversos atos dedicados ao cientista russo.
Mendeleyev, que nasceu em 1834 e morreu em 1907, foi autor de diversas pesquisas fundamentais em temas como química, física, aeronáutica, meteorologia, agricultura e economia.
Além disso, este cientista russo é lembrado também por ter sido quem definiu a fórmula química exata da vodca.
Fonte: (1)
A cidade russa de São Petersburgo, antiga capital dos czares, comemora, no dia 8, o 175º aniversário do nascimento de Dmitri Mendeleyev, um dos responsáveis pela criação da tabela periódica de elementos químicos.
Esse dia, o tradicional disparo do meio-dia do canhão do bastião da Fortaleza de Pedro e Paulo de São Petersburgo, será realizado em homenagem ao cientista russo e será feito pelo prêmio Nobel de Física de 2000, Zhores Alferov.
Mendeleyev, o criador da tabela periódica, também é conhecido por ter definido a fórmula química exata da vodcaPosteriormente, cientistas, representantes da administração local, reitores de universidade, membros do Instituto de Pesquisa Científica e empresários depositarão flores diante do túmulo de Mendeleyev no cemitério de Volkov, informou hoje a agência oficial "RIA Novosti".
No dia seguinte, o centro de pesquisa da Academia de Ciências da Rússia em São Petersburgo fará uma sessão dedicada ao aniversário do químico.
E, durante todo o mês de fevereiro, São Petersburgo acolherá diversos atos dedicados ao cientista russo.
Mendeleyev, que nasceu em 1834 e morreu em 1907, foi autor de diversas pesquisas fundamentais em temas como química, física, aeronáutica, meteorologia, agricultura e economia.
Além disso, este cientista russo é lembrado também por ter sido quem definiu a fórmula química exata da vodca.
Fonte: (1)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Ocean in Google Earth
Google lança ferramenta para explorar oceanos
Novo aplicativo do Google Earth mostra molusco na costa da Austrália
A ferramenta traz informações sobre a fauna marinha
A partir desta segunda-feira, internautas do mundo inteiro poderão visitar e mergulhar virtualmente no oceano. Pelo menos é o que promete uma nova ferramenta lançada pela Google.
Chamada de Ocean in Google Earth, a ferramenta é a grande atração da nova versão do Google Earth, o programa gratuito que permite a visualização do mundo a partir de mapas, dados e imagens tiradas por satélites e aviões.
Ela combina imagens e mapas dos relevos oceânicos com material cedido por cientistas e oceanógrafos, para, segundo o Google, "permitir que usuários explorem algumas das partes mais difíceis de alcançar do mundo".
Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície do planeta, mas acredita-se que apenas cerca de 5% de sua vasta extensão tenham sido explorados pelo homem.
Vulcões submersos
Os internautas poderão “nadar ao redor de vulcões submersos, assistir a vídeos sobre espécies marinhas exóticas, ler sobre navios naufragados nas redondezas e contribuir com fotos e vídeos de localidades favoritas para mergulhar e surfar”.
Com o Ocean in Google Earth, lançado em um suntuoso evento com participação de cientistas e personalidades ligados à defesa do meio ambiente, como o ex-vice-presidente americano Al Gore, a Google faz mais um passo importante rumo ao ambicioso objetivo de disponibilizar online uma representação completa da Terra.
A ferramenta vem recebendo muitos elogios da comunidade científica e de ativistas do meio ambiente, por permitir uma compreensão maior dos mares e de sua importância na vida e no futuro do planeta.
“Não consigo ver uma forma mais eficiente de conscientizar as pessoas e inspirar o amor pelo coração azul do planeta”, disse a oceanógrafa da National Geographic Society Sylvia Earle, uma das principais consultoras do projeto.
“Pela primeira vez, todos, desde crianças curiosas até cientistas renomados, poderão ver o mundo com novo olhos”, disse ela.
Para Ed Hill, diretor do Centro Oceanográfico Britânico, “entender o papel dos oceanos no aquecimento global será nosso maior desafio nos próximos anos...Com o Ocean, qualquer pessoa poderá ter acesso ao trabalho de nossos cientistas, criando uma conscientização mais ampla sobre as questões que envolvem a vida marinha”.
Segundo a Google, o Ocean oferecerá vários segmentos de conteúdo fornecido por alguns dos principais cientistas e grupos de pesquisa do mundo.
Estes segmentos permitirão que os internautas, entre outras coisas, acompanhem o movimento de animais “marcados” com rastreadores, acessem vídeos e fotos do arquivo do famoso explorador dos mares Jean-Jacques Cousteau e possam acompanhar o histórico, em imagens, do impacto da ação do homem sobre determinados ecossistemas.
Fonte: (1)
Novo aplicativo do Google Earth mostra molusco na costa da Austrália
A ferramenta traz informações sobre a fauna marinha
A partir desta segunda-feira, internautas do mundo inteiro poderão visitar e mergulhar virtualmente no oceano. Pelo menos é o que promete uma nova ferramenta lançada pela Google.
Chamada de Ocean in Google Earth, a ferramenta é a grande atração da nova versão do Google Earth, o programa gratuito que permite a visualização do mundo a partir de mapas, dados e imagens tiradas por satélites e aviões.
Ela combina imagens e mapas dos relevos oceânicos com material cedido por cientistas e oceanógrafos, para, segundo o Google, "permitir que usuários explorem algumas das partes mais difíceis de alcançar do mundo".
Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície do planeta, mas acredita-se que apenas cerca de 5% de sua vasta extensão tenham sido explorados pelo homem.
Vulcões submersos
Os internautas poderão “nadar ao redor de vulcões submersos, assistir a vídeos sobre espécies marinhas exóticas, ler sobre navios naufragados nas redondezas e contribuir com fotos e vídeos de localidades favoritas para mergulhar e surfar”.
Com o Ocean in Google Earth, lançado em um suntuoso evento com participação de cientistas e personalidades ligados à defesa do meio ambiente, como o ex-vice-presidente americano Al Gore, a Google faz mais um passo importante rumo ao ambicioso objetivo de disponibilizar online uma representação completa da Terra.
A ferramenta vem recebendo muitos elogios da comunidade científica e de ativistas do meio ambiente, por permitir uma compreensão maior dos mares e de sua importância na vida e no futuro do planeta.
“Não consigo ver uma forma mais eficiente de conscientizar as pessoas e inspirar o amor pelo coração azul do planeta”, disse a oceanógrafa da National Geographic Society Sylvia Earle, uma das principais consultoras do projeto.
“Pela primeira vez, todos, desde crianças curiosas até cientistas renomados, poderão ver o mundo com novo olhos”, disse ela.
Para Ed Hill, diretor do Centro Oceanográfico Britânico, “entender o papel dos oceanos no aquecimento global será nosso maior desafio nos próximos anos...Com o Ocean, qualquer pessoa poderá ter acesso ao trabalho de nossos cientistas, criando uma conscientização mais ampla sobre as questões que envolvem a vida marinha”.
Segundo a Google, o Ocean oferecerá vários segmentos de conteúdo fornecido por alguns dos principais cientistas e grupos de pesquisa do mundo.
Estes segmentos permitirão que os internautas, entre outras coisas, acompanhem o movimento de animais “marcados” com rastreadores, acessem vídeos e fotos do arquivo do famoso explorador dos mares Jean-Jacques Cousteau e possam acompanhar o histórico, em imagens, do impacto da ação do homem sobre determinados ecossistemas.
Fonte: (1)
Colônia Nazista Amazônica
Livro revela planos para 'colônia nazista amazônica' em 1935
Um livro alemão revela que, pouco antes da Segunda Guerra, militares nazistas planejavam estabelecer uma colônia no meio da selva amazônica.
Segundo o livro Das Guayana-Projekt (O Projeto Guiana, na tradução livre) expedições de cientistas alemães à Amazônia entre 1935 e 1937 levaram à idéia de criar uma “área nazista” na região.
O autor Jens Glüsing, correspondente da revista alemã Der Spiegel no Brasil, cita planos nazistas para invadir o Suriname e a Guiana Francesa com tropas que desembarcariam na Amazônia brasileira.
A área seria “perfeita para ser colonizada pela raça nórdica ariana”, disse o autor da idéia, o alemão Otto Schulz-Kampfhenkel, em uma carta ao então todo-poderoso general nazista Heinrich Himmler.
Influência
Os nazistas chegaram a se interessar pelo plano mirabolante, já que segundo Schulz-Kampfhenkel “uma base no norte da América do Sul diminuiria a influência dos Estados Unidos na região”.
“Se trata de um dos capítulos mais estranhos da era nazista”, diz Glüsing, que para seu livro fez pesquisas na Alemanha e no Brasil.
A obra foi publicada na Alemanha este ano e está tendo bastante repercussão depois que a revista Der Spiegel pôs trechos do livro em seu portal de história na internet, einestages.de, nesta semana.
Segundo o autor, o plano não foi adiante porque os nazistas tinham outros projetos mais importantes a realizar e a Guiana Francesa estava sob o comando do regime de Vichy, na França, que era uma marionete dos nazistas.
Submarinos alemães usaram a Guiana Francesa como base para atacar navios que trafegavam na região, diz Glüsing.
O diretor do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, o alemão Christoph Jaster, organizou uma expedição três anos atrás para localizar pistas das expedições nazistas.
Em seu livro, Jens Glüsing diz que “tudo que ele encontrou foi o túmulo de um colega de Schulz-Kampfhenkel.” A cruz de madeira no meio da floresta ilustra a capa do livro.
Fonte: (1)
Um livro alemão revela que, pouco antes da Segunda Guerra, militares nazistas planejavam estabelecer uma colônia no meio da selva amazônica.
Segundo o livro Das Guayana-Projekt (O Projeto Guiana, na tradução livre) expedições de cientistas alemães à Amazônia entre 1935 e 1937 levaram à idéia de criar uma “área nazista” na região.
O autor Jens Glüsing, correspondente da revista alemã Der Spiegel no Brasil, cita planos nazistas para invadir o Suriname e a Guiana Francesa com tropas que desembarcariam na Amazônia brasileira.
A área seria “perfeita para ser colonizada pela raça nórdica ariana”, disse o autor da idéia, o alemão Otto Schulz-Kampfhenkel, em uma carta ao então todo-poderoso general nazista Heinrich Himmler.
Influência
Os nazistas chegaram a se interessar pelo plano mirabolante, já que segundo Schulz-Kampfhenkel “uma base no norte da América do Sul diminuiria a influência dos Estados Unidos na região”.
“Se trata de um dos capítulos mais estranhos da era nazista”, diz Glüsing, que para seu livro fez pesquisas na Alemanha e no Brasil.
A obra foi publicada na Alemanha este ano e está tendo bastante repercussão depois que a revista Der Spiegel pôs trechos do livro em seu portal de história na internet, einestages.de, nesta semana.
Segundo o autor, o plano não foi adiante porque os nazistas tinham outros projetos mais importantes a realizar e a Guiana Francesa estava sob o comando do regime de Vichy, na França, que era uma marionete dos nazistas.
Submarinos alemães usaram a Guiana Francesa como base para atacar navios que trafegavam na região, diz Glüsing.
O diretor do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, o alemão Christoph Jaster, organizou uma expedição três anos atrás para localizar pistas das expedições nazistas.
Em seu livro, Jens Glüsing diz que “tudo que ele encontrou foi o túmulo de um colega de Schulz-Kampfhenkel.” A cruz de madeira no meio da floresta ilustra a capa do livro.
Fonte: (1)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Palavras Cruzadas
Prédio na Ucrânia ostenta maior jogo de palavras cruzadas do mundo
Soluções do jogo são exibidas em letras fluorescentes à noite.
Colocado na lateral de um prédio, jogo tem 30 metros de altura.
Um edifício residencial na cidade de Lviv, na Ucrânia, ostenta o maior jogo de palavras cruzadas do mundo. Colocado na lateral do prédio, o jogo tem cerca de 30 metros de altura.
As soluções do jogo são exibidas em letras fluorescentes à noite, de acordo com o jornal. No entanto é preciso conhecer o alfabeto local, pois todas as letras são em cirílico.
Os turistas que visitam a cidade são, inclusive, encorajados a decifrar o jogo durante seus passeios. As perguntas do passatempo estão espalhadas em diferentes pontos turísticos da cidade.
A cidade de Lviv, que fica perto da fronteira com a Polônia, tem uma tradição cultural muito forte. O centro histórico da cidade foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1998.
Soluções do jogo são exibidas em letras fluorescentes à noite.
Colocado na lateral de um prédio, jogo tem 30 metros de altura.
Um edifício residencial na cidade de Lviv, na Ucrânia, ostenta o maior jogo de palavras cruzadas do mundo. Colocado na lateral do prédio, o jogo tem cerca de 30 metros de altura.
As soluções do jogo são exibidas em letras fluorescentes à noite, de acordo com o jornal. No entanto é preciso conhecer o alfabeto local, pois todas as letras são em cirílico.
Os turistas que visitam a cidade são, inclusive, encorajados a decifrar o jogo durante seus passeios. As perguntas do passatempo estão espalhadas em diferentes pontos turísticos da cidade.
A cidade de Lviv, que fica perto da fronteira com a Polônia, tem uma tradição cultural muito forte. O centro histórico da cidade foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1998.
William Shakespeare
Teatro Completo de William Shakespeare: Tragédias, Dramas Históricos e Comédias
Em três volumes, a tradução hoje clássica de Carlos Alberto Nunes das peças de William Shakespeare (1564-1616). São 34 peças, entre comédias, tragédias e dramas históricos, daquele que é considerado o maior poeta da língua inglesa e o maior autor de teatro da literatura ocidental. Carlos Alberto da Costa Nunes nasceu em São Luís do Maranhão, a 18 de janeiro de 1897.

Escritor, poeta, teatrólogo, traduziu a partir das línguas originais clássicos como Homero e Shakespeare.


Em três volumes, a tradução hoje clássica de Carlos Alberto Nunes das peças de William Shakespeare (1564-1616). São 34 peças, entre comédias, tragédias e dramas históricos, daquele que é considerado o maior poeta da língua inglesa e o maior autor de teatro da literatura ocidental. Carlos Alberto da Costa Nunes nasceu em São Luís do Maranhão, a 18 de janeiro de 1897.

Escritor, poeta, teatrólogo, traduziu a partir das línguas originais clássicos como Homero e Shakespeare.


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